Polícia

PM prende acusado de matar trabalhador em porta de bicicletaria

Matheus, de 18 anos, teve mandado de prisão expedido pela Justiça

Postado em 10 de JANEIRO de 2017 às 13:59
Celso Daniel/TVC
Matheus (segundo da direita para esquerda) é acusado do homicídio

Por Valdecir Cremon

O estudante Matheus Campos Silva, que completou 18 anos em setembro de 2016 e é acusado de descarregar uma pistola calibre 380 no peito e cabeça de Alfredo Avelino de Souza, assassinado dia 5 deste mês em frente a uma bicicletaria, no bairro Santa Terezinha, zona Oeste de Três Lagoas, foi preso no início da tarde de hoje (10), em um conjunto residencial da cidade.

Matheus estava com outros dois presos - Thiago Magalhães dos Santos, de 22 anos, e Adilson Sampaio Vieira, de 29 -, além de uma menor de 15 anos, consumindo drogas em um apartamento.

Os quatro foram descobertos por um agente da Polícia Civil que recebeu informações de uma moradora do condomínio sobre a invasão do imóvel. No relato que fez aos PMs, o agente disse que conseguiu escapar de um ataque a faca por Matheus, que foi imobilizado e algemado. O policial civil contou também que conseguiu render Thiago e Adilson, ambos foragidos do presídio de regime semiaberto de Três Lagoas, dentro do apartamento.

Com os quatro foram apreendidos a faca, uma navalha, munições de pistola, celulares e porções de maconha. 

Aos PMs, Matheus confessou o assassinato de Alfredo Avelino. Ele já era procurado desde o dia seguinte ao do crime, denunciado pelo comparsa João Paulo Liberato de Souza, de 20 anos, que teria ajudado na fuga do local, em uma moto. A identificação dele foi feita por policiais do SIG (Setor de Investigações Gerais).

De acordo com registro das prisões feito pela Polícia Militar, Matheus teve ordem de prisão preventiva expedida pela Justiça e deve ser levado ainda hoje para o presídio da cidade com os dois acusados. A menor deve ser entregue aos familiares. 

O repórter Celso Daniel, apresentador do programa policial "Pulseira de Prata", da TVC - Canal 13, não conseguiu falar com os acusados nem localizou advogados contratados por eles, no momento da prisão. 

 

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