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VIOLêNCIA DOMÉSTICA

Advogada explica novo movimento de denúncias em farmácias

Izabelly Staut conta que farmácias precisam ter licença e preparo para receber estas denúncias, mas campanha já está em vigor

19 JUN 2020 - 14h:41Por Beatriz Rodas

A violência doméstica mata. No Brasil, uma mulher morre a cada 7 horas vítima de violência. Abuso, assédio, feminicídio. É preciso falar sobre e, mais que isso, denunciar.

E quanto mais canais de denuncia forem disponibilizados, melhor. No início do mês de junho, um novo modelo de denúncias de violência doméstica foi implantado: com um X vermelho desenhado na palma da mão, mulheres mostram ao atendente de balcão da farmácia - sem precisar conversar ou explicar - e o mesmo direciona a denúncia à polícia.

Farmácias são fáceis meios de passagem, compras de produtos; logo, acaba sendo um canal mais acessível e acolhedor de denúncias que as próprias delegacias, por mais preparadas que sejam.

EM TRÊS LAGOAS

Na cidade, as farmácias estão aderindo aos poucos, devido ao preparo que é necessário para a equipe entender o recado, por meio de linguagem não-verbal, e fazer a denúncia de um modo efetivo. Mas algumas já aderiram! O mais importante, que é ter esse canal de denúncias, já está sendo feito.

Em entrevista ao programa A Casa é Sua na última quinta-feira (18), a advogada Izabelly Staut explicou como funciona, o que caracteriza quaisquer tipos de violência e como fazer estas denúncias. Confira:

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