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Cadeias produtivas sucroenergéticas e de celulose e papel apontam gargalos

Segmentos apontam burocracia, marcos regulatórios e logística como principais problemas

24 MAI 2013 - 09h:55Por Redação
Questões que envolvem burocracia, licenciamento ambiental, revisão dos marcos regulatórios, incentivos fiscais, uso de créditos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), qualificação e logística foram alguns dos problemas apontados por empresários dos segmentos de açúcar, energia, álcool, papel e celulose durante o evento Encontros com a Indústria - Cadeias Produtivas na última quarta-feira, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande, como parte da programação da Semana da Indústria, promovida pela Fiems.
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, destacou o empenho em propor um modelo moderno e prático para desenvolver as ações. "Todos nós temos boa vontade para manter o estado de Mato Grosso do Sul em desenvolvimento. As dificuldades são muitas, por isso, temos que alinhar os pontos em comum aos segmentos para facilitar as negociações", declarou. 
 
Já o diretor-corporativo da Fiems, Jaime Verruck, que conduziu a reunião, detalhou o decreto que trata da prorrogação dos benefícios e incentivos fiscais até 2028. "É importante sabermos como está e como ficaram os critérios dos incentivos para cada setor no que diz respeito à prorrogação e ao plano de sustentabilidade", disse.
 
Para o presidente do Sinpacems (Sindicato das Indústrias de Papel e Celulose do Estado de Mato Grosso do Sul), Francisco Valério, as discussões da tarde dessa quarta-feira foram fundamentais para a busca de soluções. "Isso tem mesmo de ser alinhado de forma individual das empresas. Só alinhando todos os setores poderemos crescer. O que a Federação está propondo é muito importante para conseguirmos unir os setores", destacou.
 
Já o presidente da Biosul, Roberto Cezar de Hollanda Cavalcanti Filho, destacou que o encontro das cadeias produtivas é de suma importância para os segmentos industriais. "É uma oportunidade de trazermos nossas demandas e gargalos para o desenvolvimento. Reunidos aqui é muito mais fácil para fazermos um trabalho em conjunto e buscarmos soluções", disse. (Com Informações do Núcleo do Comunicação do Sistema Fiems)

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