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Cuidado com a linguagem corporal

Especialistas mostram quais são os cinco traços que podem prejudicar entrevistas de emprego

6 AGO 2012 - 14h:02Por Redação

 Na hora da entrevista de emprego, é comum o candidato estudar e se preparar para as possíveis perguntas do entrevistador, mas se esquecem de que, além das respostas que saem naturalmente após longo preparo, há também aquelas não verbais, emitidas pelo corpo.

Aliás, grande parte da comunicação humana é não verbal. Prova disso são os gestos que fazemos com o corpo - principalmente com as mãos -, e que dizem muito a nosso respeito. Entretanto, essa comunicação não é lembrada como deveria no momento da entrevista de emprego.

O site americano WiseBread, especializado em finanças pessoais, detalhou cinco erros mais comuns cometidos em entrevistas profissionais e também algumas dicas que podem melhorar o seu resultado final.

Entre elas, está o primeiro contato corporal entre entrevistado e entrevistador: o aperto de mãos. O ato de cumprimentar de uma pessoa diz muito sobre ela e pode causar boa ou má impressão. Logo, o ideal é tornar o aperto de mão firme, mas não de maneira agressiva. Por outro lado, nada de apertos de mãos frágeis demais.

Ainda de olho nas mãos, apesar do nervosismo, certifique-se de que elas estejam secas e não suando ao se apresentar para o recrutador.

ROSTO

Muitas pessoas tendem a colocar as mãos para apoiar seus rostos durante alguma entrevista. No entanto, se quiser dar uma boa impressão, precisa estar consciente de que suas mãos podem ditar o resultado final de um processo seletivo. Mantenha-as longe de seu nariz e boca, e não as coloque sobre o queixo, como quem está analisando o ambiente. Para muitos entrevistadores, tocar o rosto pode ser um sinal de desonestidade.

Além disso, o site lembra que, mesmo quem não tem o hábito de participar de muitas entrevistas, sabe que o simples cruzar de braços pode dizer muito sobre o que você acha a respeito de um determinado assunto. Cruzar os braços é, muita vezes, sinônimo de agressividade ou desinteresse, e essa, com certeza, não é a primeira impressão que você quer transmitir. O máximo que pode fazer é colocar suas mãos sobre a mesa (caso haja alguma!).

OLHAR

 Contato visual sempre é uma boa saída. Mas existe uma diferença entre olhar fixamente e simplesmente prestar atenção. Por isso, essa atitude deve ser algo natural: não fixe os olhos no seu entrevistador, mas olhe-o com atenção sem deixá-lo desconfortável. Ao mesmo tempo, não percorra a sala com o seu olhar, como quem parece entediado ou pensando em outras coisas que não sejam o motivo da entrevista.

BALANÇO

Balançar o pé, as pernas, acenar muito com a cabeça, girar o corpo na cadeira, e tantos outros movimentos dessa natureza podem fazer com que o recrutador o interprete como uma pessoa desinteressada, ou até mesmo hipócrita ou covarde. Assim como o contato visual deve ser ponderado, concordar positiva ou negativamente com a cabeça precisa também ser feito moderadamente e apenas quando a situação for claramente apropriada.

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