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Técnico sonha com a Paralimpíada de 2016

Professor Reynaldo Abrão traça planos para o futuro após integrar-se ao Comitê Paralímpico Brasileiro

23 NOV 2012 - 10h:39Por Daniel Gimenes/JP

O professor Reynaldo Abrão Camargo, técnico do atletismo feminino três-lagoense, tem um novo sonho: a Paralimpíada de 2016, no Rio de Janeiro (RJ). Depois de ter participado no início deste mês, em Natal (RN), do Curso de Formação de Treinadores Nível I, com o certificado de conclusão em mãos, passou a integrar o Comitê Paralímpico Brasileiro.

Reynaldo afirma que o curso é essencial para a continuidade do trabalho como treinador. “Daqui para frente, todo técnico terá que ter nível, ou seja, o Curso de Formação. A partir do ano que vem, será exigida uma carteirinha, uma espécie de credencial, para quem quiser acompanhar um paratleta.”

O três-lagoense mostrou-se contente por ter sido lembrado pelo Comitê para a participação no curso. “Qualquer um poderia se inscrever pela internet. Mesmo assim, eles fizeram questão de me mandar um ofício fazendo o convite por e-mail. Achei muito interessante. Fiquei muito feliz por ser lembrado”.

A razão pela qual recebeu o convite está na ponta da língua. “Primeiro, porque sou registrado como técnico de atletismo pela APAS [Associação dos Profissionais da Área de Saúde], depois, claro, pelos resultados que consegui com a Silvânia [Costa de Oliveira]. Legal que eram apenas 50 vagas [no curso] para o Brasil inteiro e uma foi minha”.


OBJETIVOS

O principal objetivo do Comitê Paralímpico Brasileiro é proporcionar novos conhecimentos para profissionais de todas as regiões do Brasil, visando ao aumento do número desses profissionais e do interesse dos portadores de deficiência para com o esporte, principalmente os individuais.

“Vamos abrir novas portas e procurar novos talentos. A partir de 2013, vamos correr as escolas e podemos criar novas turmas. As instituições de ensino normalmente têm um cadastro dos atletas que possuem alguma deficiência”.


SONHO

Reynaldo confessou que sonha em participar das Paralimpíadas de 2016. “A esperança é que sim, que aconteça. Quem sabe algum paratleta de Três Lagoas também consiga. Seria muito bom representar o Brasil e levar o nome da cidade para todos os cantos”.

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