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Sindicato negocia novo horário de funcionamento para prefeitura de Nova Andradina

Horário diferenciado irá melhorar atendimento à população e proporcionar mais economia aos cofres públicos, assegura sindicato

27 DEZ 2017 - 13h:05Por Redação

O Sindicato Municipal dos Servidores Públicos de Nova Andradina (SIMSPNA) protocolou requerimento em que reitera solicitação pela readequação do horário de funcionamento da Prefeitura. A iniciativa visa proporcionar um melhor atendimento à população, além de mais economia aos cofres do Executivo. 

“Estamos em negociação com o prefeito Gilberto Garcia, pois foi justamente ele que, em seu primeiro mandato, teve a coragem de implantar essa jornada diferenciada, das 7h às 13h, a exemplo do que já acontece na Câmara, Governo do Estado e em boa parte das prefeituras de MS”, frisou o sindicalista Leandro Domingues.

De acordo com o presidente do SIMSPNA, esse é o segundo pedido do gênero apresentado ao chefe do Executivo de Nova Andradina. “Num primeiro momento foi negado, mas agora reunimos alguns os dados que faltaram e estamos confiantes em uma resposta positiva por parte do prefeito Gilberto”, completou. 

Leandro Domingues afirmou que entre as novas informações que embasam o requerimento estão dados relativos à economia aos cofres públicos e estudos que atestam a eficácia da ação em prol do rendimento e da qualidade de vida dos servidores. 

“Para se ter uma ideia, em 2010, quando a Prefeitura funcionava das 7h às 13h, a economia, somente com o que se gastava com energia, chegou a aproximadamente 25%. Tudo isso sem contar o consumo de combustíveis, telefone, papel, água entre outros”, argumentou o líder sindical.

Ainda de acordo com ele, o documento acompanha a assinatura de mais de 550 servidores que apoiam a iniciativa. “Além dos benefícios já citados, esse horário é melhor para a população, principalmente para quem só pode ir até a Prefeitura no horário de almoço, por conta do trabalho”, completou.

No documento, o sindicalista sugere ainda a readequação em caráter experimental. “Em cinco meses já será possível analisar os efeitos de forma clara, para que o próprio prefeito pondere se é viável continuar ou não com essa nova jornada”, concluiu o presidente do SIMSPNA.

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