Medicina

Termômetro e medidor de pressão com mercúrio não podem mais ser vendidos

A medida, aprovada originalmente em 2017, entrou em vigor este ano. Saiba o que fazer se você ainda conta com esses equipamentos em casa

09/01/2019 07:50


Desde o 1º de janeiro de 2019, está proibida em todo o país a fabricação, a importação e a comercialização de termômetros e de esfigmomanômetros(aparelhos para verificar a pressão arterial) que utilizam mercúrio para diagnosticar febre ou hipertensão, respectivamente. A medida foi publicada originalmente no Diário Oficial da União em março de 2017, mas, naquela ocasião, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu até o início deste ano para os fabricantes e os serviços de saúde se adaptarem à norma.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que a determinação cumpre o compromisso assumido pelo Brasil na Convenção de Minamata, que debateu os riscos do uso do mercúrio para a saúde e para o meio ambiente. A convenção, assinada pelo Brasil e por mais 140 países em 2013, tem como objetivo eliminar o uso de mercúrio em diferentes produtos.

A resolução brasileira, entretanto, não veta o uso doméstico de termômetros de mercúrio para quem que já possui o equipamento. “A população poderá continuar usando-os, mas com o devido cuidado no armazenamento e na manipulação para que não ocorra a quebra do vidro”, alertou o ministério. Se o produto estiver em boas condições e íntegro, não há problema à saúde.

Agora, em caso de qualquer fissura, há sim potencial para intoxicação. Para não deixar isso ocorrer, devem ser tomadas as seguintes precauções:

Os materiais utilizados durante o procedimento, como luvas e seringas, também deverão ser colocados em embalagens rotuladas e não devem ser descartados em lixo comum.

(mdemulher)


REDAÇÃO