Observatório

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27/11/2012 08:50


OPOSIÇÃO
O deputado estadual Eduardo Rocha (PMDB) entende que o partido deve ser oposição ao futuro prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). O deputado disse que o PMDB vai cobrar todas as promessas que ele fez em palanque, como, por exemplo, contratar 400 médicos para trabalhar em Campo Grande. “Vamos cobrar dentro da coerência e sem radicalismo, pois temos que fazer oposição de resultados. O que for bom para a Capital os vereadores têm que aprovar”, disse.

ALIADOS
Sobre o resultado das eleições municipais deste ano, Eduardo Rocha entende que foi positivo para o PMDB. Apesar de o partido ter perdido algumas Prefeituras, ele acredita que foram eleitos aliados.

DISPUTA
Ao que tudo indica, as eleições de 2014 serão bem disputadas, não apenas para o governo estadual, mas também para a Assembleia Legislativa. Existe a perspectiva de o leque de candidatos de Três Lagoas ser ampliado, vislumbrando finalmente a possibilidade de o Bolsão ter uma bancada mais representativa. São potenciais candidatos Eduardo Rocha, Ângelo Guerreiro (PSB) e Idevaldo Claudino (PT). Eduardo, por exemplo, teve mais voto em cidades do Bolsão do que em Três Lagoas, seu berço político.

DOBRADINHA
Falando em 2014, Ângelo Guerreiro deve fazer dobradinha com a professora Yara do PT. Ela deve sair candidata à Câmara Federal.

DESALOJADOS

O presidente da Mesa da Câmara de Três Lagoas na próxima legislatura terá uma missão nada fácil após a posse dos 17 vereadores (eleitos e reeleitos). Estabelecer o critério de sorteio dos gabinetes, considerando os sete novos inquilinos da Casa, que podem ter que esperar o aparelhamento dos futuros locais de trabalho.

TAPUME
Paira ainda no ar o mistério sobre a suposta missão de um assessor de vereador que teria viajado religiosamente quatro vezes por mês, durante o ano, cumprindo sempre o mesmo itinerário e recebendo polpudas diárias. Como o presidente da Casa, Nuna Viana, ainda não abriu o Portal da Transparência, fica a dúvida sobre a veracidade da denúncia.

EMBAÇADO
Por falar na Transparência, segue nebuloso o fato de a Câmara ter concentrado todos os gastos na véspera do período eleitoral. Pelo menos é o que mostra o site do Legislativo.


Redação