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IMPEACHMENT

Observatório

Leia a coluna da edição desta quinta-feira (24)

24 MAR 2016 - 08h:34Por Redação

NÃO É GOLPE
Os senadores Waldemir Moka e Simone Tebet, ambos do PMDB do Mato Grosso do Sul, afirmaram durante pronunciamento no Senado nesta terça-feira (22), que a analise do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) não se trata de um golpe, como o governo e o Partido dos Trabalhadores tem declarado.

CARGOS
A senadora Simone Tebet (PMDB) disse que o PMDB precisa entregar os ministérios e todos os cargos no governo federal para poder, com convicção, decidir pelo andamento do processo de impeachment da presidente Dilma no Congresso. “Não é golpe. O que nós temos que fazer é analisar com imparcialidade e serenidade. Mas não colocar os absurdos que estão acontecendo acima do mérito. E o mérito tem nome: corrupção. Corrupção que o povo brasileiro não aceita mais”, declarou Simone.

PRORROGOU 
O presidente da CPI dos Combustíveis, deputado estadual José Carlos Barbosinha (PSB), pediu a prorrogação do prazo de trabalho da comissão por mais 60 dias. Segundo o parlamentar, a medida é necessária porque não foram recebidos documentos fundamentais para a conclusão do trabalho. A CPI tem o objetivo de investigar eventuais irregularidades nos preços praticados na distribuição e comercialização de combustíveis em Mato Grosso do Sul. 

FERIADÃO
Dos 79 municípios do Mato Grosso do Sul, 43 decretaram ponto facultativo nesta quinta-feira nos órgãos públicos, e razão da Sexta-feira Santa. Apenas os serviços essenciais vão funcionar. 

ASSESSOR 
Carlos Roberto da Silva é o novo assessor de comunicação da Prefeitura de Três Lagoas. Ele assume o cargo no lugar de Sebastião Rodriguez Neto, que pediu exoneração na semana passada para concorrer uma vaga de vereador nas eleições deste ano. Carlos Roberto é especialista em propaganda e marketing. 

LISTA
Quatro políticos do Mato Grosso do Sul têm os nomes listados em documentos apreendidos na casa do presidente da Odebrecht, durante a 23ª fase da Operação Lava Jato, no dia 22 de fevereiro. Os documentos seriam relacionados a supostas doações de campanha.

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