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Abevê suspende vendas de azeite e aguarda laudo da Anvisa

Os consumidores podem efetuar a troca do produto, caso queiram

18 JUN 2019 - 09h:48Por Talita Matsushita

A rede Abevê Supermercados suspendeu a venda do azeite de oliva Quinta d’Ouro, suspeito de ser produzido em uma fábrica clandestina na cidade de São Paulo. A empresa diz que comprou o azeite de forma lícita, com todas as notas fiscais, para diversas lojas da rede.

De acordo com a empresa, a Vigilância Sanitária esteve no estabelecimento em Paranaíba, onde recolheu uma amostra e suspendeu a venda da mercadoria. A amostra será enviada para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e caso o laudo ateste que o produto pode ser consumido ele será vendido novamente, mas até lá as vendas estão suspensas. Caso contrário as medidas judiciais serão tomadas por parte do Abevê.

Os consumidores podem efetuar a troca do produto, caso queiram.

O Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) alerta que o recomendado é que os consumidores registrem e procurem os órgãos de defesa do consumidor assim que perceberem que compraram o azeite adulterado.

Conforme o Procon o supermercado tem responsabilidade sobre a qualidade do produto comercializado. Para denunciar, acesse o Fale Conosco do Procon ou ligue para o telefone 151.

A descoberta de uma fábrica clandestina de azeite de oliva na zona leste de São Paulo ocorreu em 11 de junho e culminou na apreensão de 40 mil litros de óleo vegetal e 15 mil frascos do produto, além de tampas e rótulos de, pelo menos, quatro marcas que teriam sido criadas pelos supostos golpistas para dar vazão ao azeite –que, entre seus componentes, usava óleo lampante, substância que pode causar problemas à saúde se consumida indevidamente.

As investigações continuam para identificar quem distribuía o produto, que já foi encontrado em vários estados.

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