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Hidrômetro: equipamento se torna alvo favorito de ladrões

Desde o início do mês, mais de 10 casos de furtos do aparelho de medição volumétrica de água foram registrados no município

22 ABR 2019 - 20h:14Por Leonardo Guimarães

A quantidade de registro de furtos de hidrômetro tem chamado a atenção de policiais civis e militares em Paranaíba (MS). Desde e o começo de março, mais de 10 ocorrências registraram relatos de pessoas que tiveram os equipamentos de medição volumétrica de água furtados de residências, prédios comerciais e construções.

Há casos onde medidores de energia elétrica também foram levados, como relatou uma mulher de 39 anos, moradora da avenida Filinto Mülher, bairro Santo Antônio.

A vítima contou aos policiais que os ladrões levaram os medidores de água das duas residências que existem no endereço, além do medidor de energia do padrão da casa da esquina. Geralmente instalado em local de fácil acesso para facilitar a leitura por parte dos funcionários das empresas responsáveis pelo fornecimento de água dos municípios, o equipamento se tornou alvo favorito dos ladrões.

De acordo com policiais militares, a razão da gana destes criminosos pelo aparelho é que os hidrômetros possuem cobre em sua estrutura, o que desperta o alto interesse em seu valor de venda. Utilizado na produção de materiais condutores de eletricidade (fios e cabos), além de ligas metálicas como latão e bronze, o cobre - elemento químico classificado como metal de transição - pode chegar a custar 90 R$ o quilo no mercado. De coloração avermelhada, o metal tem elevada importância industrial, o que faz seu valor raramente cair. Na composição dos hidrômetros, a prevalência do bronze, que é combinação de uma série de ligas metálicas que tem como base o cobre e o estanho, além de proporções variáveis de outros elementos como zinco, alumínio, antimônio, níquel, fósforo, chumbo entre outros com o objetivo de obter características superiores a do cobre, aumenta ainda mais o valor de comercialização.

O crescente número de registro de furto destes aparelhos pode evidenciar que criminosos tem apostado em receptores certos para nagociar o material após o crime.

Todas as ocorrências registradas seguem sendo investigadas pela Delegacia de Polícia Civil.

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