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PARANAÍBA

Juíza julga ação improcedente e absolve Ronaldo e Cesinha

Sobre a sentença, o prefeito afirmou que a justiça foi feita e que sempre acreditou no judiciário

19 MAI 2017 - 16h:30Por Talita Matsushita

A juíza da Vara Eleitoral da Comarca de Paranaíba, Nária Cassiana Silva Barros, julgou na tarde desta quinta-feira (18) improcedente o caso de suposta compra de votos através de distribuição de combustível pela chapa “Paranaíba Acima de Tudo”, que elegeu Ronaldo Miziara e Cesinha Leal. A magistrada afirma que as provas que foram anexadas ao processo pela chapa “Coragem para Mudar”, foram insuficientes para que houvesse a cassação do mandato do prefeito e vice.

Sobre a sentença, o prefeito afirmou que a justiça foi feita e que sempre acreditou no judiciário. “Ficou transparente que foi feita Justiça, nós fomos bastante explorados pelo adversário. Vamos continuar trabalhando. O povo me deu essa responsabilidade nas urnas, com seriedade, e estamos aqui. Eu sempre acreditei na Justiça, estamos tranquilos”, disse o prefeito Ronaldo Miziara.

Após as eleições de 2016, a coligação “Coragem para Mudar” e os candidatos a prefeito e vice, respectivamente, Maycol Henrique Queiroz, "Mayco Doido" e Leopoldina Correa Garcia Reis Gasperini, "Dininha", formularam representação eleitoral, com pedido liminar, em face da Coligação “Paranaíba Acima de Tudo”, dos candidatos a prefeito Ronaldo José Severino de Lima e vice Elson Cesar Garcia, bem como dos eleitores Cláudio Eduardo Geraldo Agi e Roney José Castro Miziara.

Segundo a ação, o então candidato a prefeito Ronaldo José Severino de Lima foi eleito por uma diferença mínima de 212 votos graças a “distribuição indiscriminada de combustível, com a finalidade de obtenção de votos, utilizando-se de um posto de gasolina (Auto Posto Girassol Ltda), com base para que eleitores de forma absolutamente sem controle, numa autêntica ‘festa de distribuição de combustível’ pudesse obter combustível e assim votar nos representados, o que nitidamente acabou ocorrendo, pois o resultado apertado mostra que a distribuição ilegal, desenfreada, desequilibrada de combustível interferiu no resultado do pleito”.

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