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PARANAÍBA

Julgamento do caso ‘Delanzinho’ já dura mais de oito horas

Acusação já fez a explanação sobre o caso, e acusados negam a autoria do crime

4 AGO 2017 - 16h:37Por Talita Matsushita

O julgamento do caso do homicídio de Vanderlan Alves de Freitas Júnior, conhecido como Delanzinho, assassinado há nove anos em Paranaíba, quando tinha 26 anos, já dura mais de oito horas. Foram ouvidas três testemunhas e os acusados Marlon José Anselmo da Silva e Sharlon Alves Garcia já foram interrogados. Eles negam a autoria do crime.

A acusação, através do promotor Leonardo Dumont Palmerston, já fez a explanação sobre o caso e apresentou indícios de que Marlon, Sharlon teriam premeditado o crime contra Delanzinho; o executor seria Ronaldo Barreto Caetano, conhecido por Ronaldão. Ronaldo morreu em 2009 .

Já a defesa apresenta indícios de que Marlon e Sharlon não têm envolvimento e que o autor do crime poderia ser Cesar Junior, também investigado na época como autor do crime, pois no dia do homicídio teria discutido com Delanzinho e o jurado de morte.

Foram ouvidas três testemunhas, entre eles o irmão de Delanzinho, Evandro Alves de Freitas e o delegado que concluiu o inquérito, Lúcio Fátima da Silva Barros. A outra testemunha foi Marcos Antônio, amigo de Ronaldo. Nos autos conta que Ronaldo, antes de morrer teria dito a Marcos Antônio que teria R$ 12 mil para receber de Marlon pela morte de Delanzinho.

A expectativa é que o julgamento entre noite a dentro. O Júri foi formado por sete jurados, sendo quatro mulheres e três homens, o Tribunal está lotado de familiares e amigos de Delanzinho, além de familiares de Marlon e Sharlon.

Segundo o advogado de Marlon, José Roberto Rodrigues da Rosa, a estratégia será a negativa do crime, até porque, segundo ele, não há provas que indiquem que seu cliente tenha sido o mandante do caso. “As repostas estão todas nos autos”, disse. O processo tem aproximadamente três mil páginas.

Segundo a mãe de Delanzinho, Maria Alves de Freitas, conhecida como Mariinha, ela acredita na Justiça de Deus, com relação ao adiamento por três vezes ela declarou que “confia muito no tempo de Deus”. A família, disse, quer apenas justiça.

De acordo com o delegado, o motivo seria passional, por conta de um relacionamento amoroso que Vanderlan e Marlon mantiveram com a mesma mulher na época.

O juiz Cassio Roberto dos Santos não permitiu que fossem feitas fotos dentro do Tribunal.

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