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PERSEGUIÇÃO

'Não existe homem para me prender', diz mulher após tentativa de fuga da Polícia

Em alta velocidade veículo atravessou cruzamentos, ruas e avenidas antes de ser interceptado por equipe de patrulhamento que fazia acompanhamento tático

11 MAR 2019 - 16h:14Por Leonardo Guimarães

Uma mulher de 30 anos foi presa por desacato, depois de ofender e fotografar policiais militares na noite de domingo (10), por volta das 23h, no bairro Jardim Primavera “Portelinha” em Paranaíba (MS). O motorista do veículo onde a mulher estava tentou fugir de uma abordagem policial. O condutor e a mulher estavam em visível estado de embriaguez.

De acordo com o registro policial, ao avistar uma viatura que fazia patrulhamento pelo local o motorista acelerou o veículo tentando fugir em alta velocidade, passando pelos cruzamentos da avenida Paraná e Rio de Janeiro, bairro de Lourdes, seguindo sentido bairro Jardim Primavera por uma estrada vicinal de terra. A equipe policial seguiu em acompanhamento tático efetuando a abordagem na avenida Jaime Jerônimo dos Santos. Ao ser realizada entrevista com os ocupantes do veículo, o condutor confessou ter ingerido bebida alcoólica. Estavam no carro, além da mulher de 30 anos e o condutor de 41 anos, uma testemunha de 20 anos.

Durante a conversa com o motorista, a mulher começou a fazer filmagens e fotos dos policiais com seu aparelho celular. Questionada sobre a razão das fotos, ela teria começado a xingar os integrantes da guarnição. Ao ser dada voz de prisão, a mulher teria se alterado ainda mais, passando a afirmar “que não seria presa, pois seu cunhado era policial” e que “não havia no mundo homem que pudesse prendê-la”. Ela foi recolhida pelos policiais e colocada no compartimento de segurança da viatura.

Dentro do veículos foram encontrados copos com forte cheiro de bebida alcoólica e uma caixa térmica. A mulher e a testemunha foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Civil, e o condutor levado até a base da Polícia Rodoviária Federal para realização de teste de alcoolemia (bafômetro), acompanhado de um advogado. Com a recusa do homem em fazer o teste, foi confeccionado termo de constatação de embriaguez e ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado como desacato e embriaguez.

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