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REFLEXOS NEGATIVOS

Pandemia ameaça comércio varejista e setor industrial

Covid-19 trouxe reflexos negativos também na economia

4 ABR 2020 - 09h:10Por Alex Santos

Com a pandemia de coronavírus decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) diversas cidades do Estado adotaram medidas de restrição no funcionamento de empresas. Além dos problemas graves de saúde causados pela doença, em muitos casos até a morte dos infectados, a Covid-19 trouxe reflexos negativos também na economia. 

Em Paranaíba, por exemplo, a administração municipal instituiu um decreto com restrições no atendimento presencial em diversos setores comerciais da cidade, suspensão de aulas e "toque de recolher". 

O empresário do ramo da construção civil, Thiago Fontebasso, possui três lojas de materiais de construção no Estado. Após a crise vivida pelo setor, as projeções para 2020 eram animadoras. Entretanto, agora ele acredita que a recuperação deve acontecer em 2022. “O setor estava sinalizando um aquecimento para o segundo semestre, a projeção agora é para 2022”, disse.

Alexandre Borges tem um restaurante na cidade. Segundo ele, a expectativa era de melhora nas vendas após o carnaval, o que não aconteceu. Mesmo com a frustração causada pela pandemia, ele diz que o período agora é de readaptação financeira. “Tinha expectativa para todo ano, infelizmente essa fatalidade alterou o cronograma. Agora e se readaptar para enfrentar esse problema global”, contou. 

DEMISSÕES

Por outro lado crise econômica causada pela pandemia do coronavírus fez nesta semana com que mais de 300 paranaibenses perdessem seus empregos em duas grandes indústrias de Paranaíba. A primeira a começar a demitir foi o frigorífico Rio Grande S/A e em seguida a indústria calçadista Pampili.

No frigorífico foram dispensados 250 funcionários e na Pampili mais de 100 perderam os postos de emprego. “Eles optaram por demitir neste momento e ficar com alguns funcionários. Disse uma ex-funcionária que preferiu anonimato.

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