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INVESTIGAÇÃO

Polícia Civil investigará desparecimento de adolescente

O boletim de ocorrência foi registrado em Cassilândia e deveria ter sido encaminhado para Paranaíba

3 MAI 2018 - 07h:20Por Talita Matsushita

A Polícia Civil instaurará inquérito para apurar o desaparecimento do adolescente Luiz Danilo Avalha Marques, 15 anos, que foi visto pela última vez no dia 17 de abril, na região do Alto Tamandaré, em Paranaíba. A família mora em uma fazenda que fica distante cerca de 100 quilômetros do município, porém é próximo de Cassilândia, cerca de 20 quilômetros da área urbana daquele município.

Segundo o delegado responsável pela Delegacia Regional, Wallace Borges, o boletim de ocorrência foi registrado em Cassilândia e deveria ter sido encaminhado para Paranaíba, porém isso só ocorreu nesta semana. O delegado explicou ainda que assim que o boletim original chegar em Paranaíba o serviço de inteligência será acionado e nenhuma hipótese é descartada.

Ele ainda frisou que a Polícia Militar, que acompanhou as buscas desde o início fará um relatório com tudo que foi feito até o momento.

Os pais adolescente Mireli Katiane Avalha Benites e Mauro Marques disseram que não irão desistir até o caso ter um desfecho.

“Se a gente não procurar, quem vai procurar pra nós?”, questionou a mãe durante contato telefônico na quarta-feira (2).

Segundo informações extraoficiais, cerca de 100 pessoas já participaram das buscas pelo garoto, que faz uso de medicamentos controlados devido a crises de epilepsia.

Boatos

Ao contrário de boatos feitos em grupos de redes sociais, não há pegadas do garoto, segundo moradores da região que auxiliam nas buscas, estão falando coisas que não são verdadeiras,  e quando aparece uma nova informação, todo mundo vai para o novo local e nada é encontrado.

Alguns moradores também vão esperar mais alguns dias para continuar a procurar o garoto, com a esperança de que ele apareça.

O 4º Subgrupamento de Bombeiros Militar de Paranaíba (MS) encerrou, no domingo (29), as buscas pelo adolescente Luiz Danilo. Os militares, que deram suporte desde o dia 19, quando a família fez o primeiro contato, trabalharam na região com homens e cães farejadores , além do auxílio de drones e helicóptero.

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