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EMPREGO

Presidente da Marfrig declara ser 'bom momento' para reabertura em Paranaíba

11 SET 2017 - 15h:00Por Talita Matsushita

Com o abate de 70 cabeças de gado na manhã desta segunda-feira (11) o grupo Marfrig reiniciou, após dois anos fechada, os trabalhos na planta frigorífica. Para marcar a data, que trouxe um novo fôlego e esperança para a cidade, houve uma cerimônia ecumênica com a presença de um padre e um pastor.

O presidente do grupo, Martin Secco esteve em Paranaíba para acompanhar o primeiro dia de trabalho da planta frigorífica. Segundo ele, como as máquinas ficaram paradas por algum tempo foi preciso fazer alguns ajustes e também troca de peças e só com a planta em funcionamento é possível saber onde precisa ser melhorado.

Com relação a decisão de reabrir o frigorífico,  Martins destaca o momento vivido pelo mercado do boi gordo, que atualmente está favorável, com boa oferta de animais e era disso que dependia a retomada das atividades.

No total serão contratados cerca de 650 funcionários, e as contratações estão na reta final, algumas pessoas ainda passam por processo de seleção, e a maioria é de ex-funcionários da empresa.

“Voltou a boa oferta de bois e cada dia vemos que está crescendo mais, um momento reverso ao que acontecia quando decidimos fechar. Fizemos uma visita, há uns 40 dias, e vimos que a planta estava em condições de voltar de forma rápida, não tivemos dificuldade nem com a mão de obra, cerca de 80% do pessoal contratado e pessoas que voltou a trabalhar conosco”, disse o CEO do Marfrig Group.

Ao longo da semana a projeção é que o número de animais abatidos seja de 150 cabeças/dia e até o final do ano o número pode chegar até 630 animais, porém, Martin destaca as dificuldades. “Vamos respeitar as condições do mercado, independente de nossa realidade. A planta precisa de um start up e vamos trabalhar para ser o mais competitivo da região”, observou.

A carne produzida em Paranaíba será para consumo interno, pois devido a Operação Carne Fraca, a situação internacional do Brasil, segundo Martin, ficou diferente do que era antes, e alguns países não querem importar carne brasileira, por isso é preciso aguardar.

“O Governo do Estado é muito parceiro, porém a tomamos a decisão e comunicamos eles, e eles ajudaram no que foi possível. Nós nunca involucramos tanto na decisão de fechar ou abrir, acho que o Governo não deveria ser responsável por isso. Esta decisão não está nas mãos deles”, afirmou.

 

 

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