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INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

'Todos passam a mesma mensagem', diz espírita sobre religiões

O médium Luciano Carlini fala sobre o preconceito contra o espitiritismo

28 JAN 2020 - 14h:43Por Talita Matsushita

O Dia Nacional de Intolerância Religiosa foi comemorado em 21 de janeiro. A data foi instituído em 2007 pela lei número 11.635, em homenagem à Mãe Gilda, Iyalorixá que foi vítima de intolerância religiosa no fim de 1999. A data também faz alusão ao Dia Mundial da Religião e tem o objetivo de promover o respeito, a tolerância e o diálogo entre as diversas religiões.

Só no primeiro semestre de 2019, houve um aumento de 56% no número de denúncias de intolerância religiosa em comparação ao mesmo período do ano anterior. A maior parte dos relatos foi feita por praticantes de crenças como a Umbanda e o Candomblé. Os casos são registrados via Disque 100, número de telefone do governo criado em 2011, que funciona 24 horas por dia para receber denúncias de violações de direitos humanos. Entre 2015 e o primeiro semestre de 2019, foram 2.722 casos de intolerância religiosa – uma média de 50 por mês.

Os números podem ser ainda mais expressivos, já que em muitos casos as vítimas não realizam a denúncia, por medo de que a violência se repita ou de que o Estado não preste o apoio necessário.

O médium Luciano Carlini fala sobre o preconceito contra o espitiritismo. Ouça a entrevista:

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