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Casos de Polícia: Revólver estava escondido na cueca do sujeito

17 DEZ 2008 - 05h:58Por Redação

Há situações conflitantes na vida de qualquer homem e não há quem não tenha passado por situações constrangedoras. A anatomia do corpo humano se presta a muitas finalidades, mas usar indevidamente aquele lugar, exclusivo para repouso e tranqüilidade merecidas do dito cujo, é muita ousadia e insensatez.
Este Caso de Polícia aconteceu em um bairro da nossa Capital, lá numa rua do Uirapuru. Ao perceber as diligências e abordagens policiais, um sujeito, mais do que ligeiro, escondeu o revólver dentro da cueca, incomodando o adormecido com aquela coisa gelada e dura.
A coisa não podia combinar nunca, porque um estava de cano duro e o outro de cano mole e encolhido. Não dava para disfarçar que algo estranho estava acontecendo no meio das pernas daquele sujeito. Para complicar, imaginem se, por qualquer descuido, aquilo disparasse. Não dá para prever quais seriam os irrecuperáveis estragos.
Quando o tal sujeito foi revistado, de pernas abertas e mãos encostadas ao muro, aquele volume entre as pernas ficou sinistro e até assustador. O policial, que fez a revista no tal sujeito, ficou até um tanto assustado, perplexo e até com um pouco de inveja, apesar de sua longa experiência na abordagem de malandros.
Antes de passar a mão naquele lugar, o policial começou a matutar: “Como é que pode uma coisa destas?...Em situações de perigo e apreensão, não há coisa que levante...Este sujeito deve carregar um valioso segredo, que merece a gente também aprender.”
A coisa continuava dura e na posição de ataque. O pretenso órgão parecia não se incomodar com a revista do policial, que, pela primeira vez, tremia e até suava frio.
“Não posso continuar nessa dúvida”, pensou o policial, antes de passar a mão entre as pernas do sujeito atrevido.
Respirando fundo, o policial foi com tudo com aquela sua mão dura e pesada e deu uma apertada naquilo que ele não esperava encontrar ali acomodado: um revólver 38 e de cano longo.
Respirando aliviado, o policial murmurou: “Ainda sou um homem normal...”

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