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DIG prende casal acusado de matar morador da Vila Haro

Uma ação dos policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) resultou na prisão de um casal

26 SET 2012 - 11h:05Por Redação

 Uma ação dos policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) resultou na prisão de um casal acusado de participar do homicídio do auxiliar de serviços gerais, Natálio Ferreira dos Santos, 40 anos, morador da Vila Haro. O crime aconteceu na madrugada do dia 15, na residência da vítima. 


De acordo com a Polícia Civil, as prisões aconteceram no início da tarde de segunda-feira. O primeiro suspeito, de 32 anos, foi detido em uma construção civil no bairro Jardim Brasília, onde trabalhava. 

Aos policiais civis, o pedreiro teria confessado o crime. Em uma conversa não oficial, ele teria alegado que o homicídio foi motivado por um acerto de drogas. O suspeito informou que Natálio era dependente químico e que também revendia o entorpecente fornecido por ele. Além disso, o suspeito acusou o auxiliar de pedreiro de violentar a mulher dele. No dia do homicídio, o acusado teria ido à residência da vítima para receber uma dívida. Porém, já armado, ele efetuou os três disparos contra Natálio após uma discussão.

O suspeito informou ainda que, mesmo baleada, a vítima teria tentado reagir, com um facão. Foi nesse momento que os dois brigaram e o acusado, que conseguiu tomar a arma branca do auxiliar, atingiu-o na cabeça. O facão foi deixado no local do crime.
A outra suspeita, uma mulher de 40 anos, bacharel em Direito, foi presa em seguida. Depois da prisão do primeiro acusado, os policiais seguiram para a casa da mulher, onde, durante buscas, foram encontrados dois tabletes de maconha. A droga estava escondida embaixo do colchão da acusada. Conforme a Polícia Civil, no dia do crime, ela ficou aguardando o parceiro do lado de fora da casa de Natálio. 

Os dois foram presos em flagrante por associação ao tráfico de drogas e serão indiciados pelo crime de homicídio. O casal foi transferido para os presídios Feminino e Masculino de Três Lagoas. O caso segue pela 3ª Delegacia de Polícia.
 

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