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Mulher é encontrada morta em terreno baldio

A Polícia Civil ainda não sabe as causas da morte, mas confirma que o corpo foi arrastado

30 DEZ 2008 - 06h:28Por Danilo Fiuza

Policiais civis e peritos trabalham para tentar solucionar a morte de uma mulher no bairro Jardim Novo Aeroporto. O corpo da vítima, uma mulher com não mais de 30 anos, aparentemente, foi encontrado pela Polícia Militar (PM) por volta das 16 horas de ontem (29), em um terreno baldio situado na rua Antonio Estevan Leal, cruzamento com a rua João Carrato. Os militares foram levados ao local por meio de uma denúncia anônima realizada à tarde, no entanto, segundo a perícia, a vítima estava morta há três dias, aproximadamente. A estimativa é baseada no estado de composição do corpo da mulher.
Próximo a ela, os policiais ainda encontraram uma bolsa preta, em cujo interior teria apenas um protetor solar, uma embalagem de perfume e algumas moedas – a vítima não portava documento de identificação algum.
De acordo com a perícia, apenas a necropsia poderá identificar a causa da morte. A princípio, a mulher não apresentaria sinais de violência, mas um fator chamou a atenção: ela pode ter sido arrastada até o local onde foi encontrada. O rastro foi encontrado pela equipe da Delegacia de Investigações Gerais (Dig) e comprovado pelo estado da roupa da vítima, que estaria enrolada na parte de trás. Caso a hipótese seja comprovada, o corpo da mulher foi arrastado por cerca de 25 metros – desde uma entrada existente no terreno (cercado por arame farpado), pela rua João Carrato, até o ponto onde fora encontrada.
A equipe de reportagem conversou com alguns vizinhos e a maioria nega ter percebido a presença do corpo. Este foi o caso da dona de casa Eva Maria, 47 anos, que reside em frente ao local onde a vítima foi encontrada. De acordo com Eva, ela e a família só foram notar o fato depois que os policiais militares pararam em frente à residência dela. “Desde cedo estávamos sentindo este cheiro forte, mas todo mundo estava achando que vinha do lixo. A gente até já estava questionando se o lixeiro não viria, porque realmente o cheiro está dentro da minha casa”, disse. O lixeiro passou no local minutos antes da entrevista.
Eva mora na mesma residência a mais de 40 anos e afirma que desde então sofre com a falta de iluminação pública e abandono com o terreno. “Esta foi a primeira vez que isto aconteceu aqui, pelo menos depois do fim da Zona Velha. Mas este terreno à noite é muito perigoso”, declarou. Da casa dela, era possível ver o corpo estendido.
Até o fechamento desta edição, os policiais não haviam identificado a mulhero. O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia e será investigado com o apoio dos policiais da Dig. O próprio coordenador da equipe, o delegado Ailton Pereira esteve no local do crime para colaborar com a perícia. O corpo permanecerá no Instituto Médico Legal (IML) para exames e tentativa de identificação.

SEM NOME


Hoje, o Instituto Médico Legal (IML) deverá liberar para sepultamento o corpo do jovem assassinado no dia 24 de deste mês. O rapaz foi encontrado na rua Coronel Camisão Cruz, cruzamento João Silva, bairro Vila Haro, por volta das 3 horas de 24. De acordo com a PM, quatro pessoas teriam ligado para a central de operações informando terem ouvido os disparos realizados contra a vítima. A equipe das Rondas Táticas do Interior (Rotai) esteve no local, juntamente com a do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), porém nada pode ser feito.
O laudo preliminar do IML aponta que o jovem foi morto por dois disparos - um no pescoço e outro no ouvido. Os tiros, conforme informações do Instituto, não foram à queima roupa.
Em uma das mãos da vítima, os policiais encontraram duas trouxinhas, uma de maconha e outra de crack. Informações extra-oficiais apontam que o suspeito seria freqüentador dos pontos de venda de drogas da região, porém seria morador do estado de São Paulo.
Como o corpo não foi reconhecido dentro do prazo de cinco dias, o jovem deverá ser encerrado ainda nesta terça-feira (30), como indigente. Para assegurar uma identificação futura, o IML providenciou fotografias da vítima e também a coleta de suas impressões digitais.

 

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