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Ampliação do PAC absorveu projetos estratégicos defendidos por André

No lançamento, há dois anos, o Programa de Aceleração do Crescimento previa investir R$ 503,9 bilhões até 2010

5 FEV 2009 - 13h:49Por Redação

O balanço de dois anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), divulgado ontem (4) pelo governo federal, prevê a inclusão de novos empreendimentos em relação ao inicialmente previsto. Na divulgação dos resultados já alcançados e do andamento das obras, a ministra Dilma Roussef (Casa Civil) mostrou também os projetos novos que contam das próximas etapas do programa. Em Mato Grosso do Sul, foram incluídas rodovias, ferrovias, Pequenas Centrais Hidrelétricas e linhas de transmissão de energia. Na relação constam investimentos que o governador André Puccinelli estabeleceu como prioridade no início da gestão e para os quais buscou insistentemente recursos.

No lançamento, há dois anos, o Programa de Aceleração do Crescimento previa investir R$ 503,9 bilhões até 2010. Com a posterior inclusão de novas ações, o montante para o período subiu para R$ 646 bilhões. Mais R$ 502,2 bilhões foram adicionados ao programa para investimentos no país após 2010. Da soma de R$ 1,14 trilhão, o eixo de Logística terá R$ 132,2 bilhões, o de Energia, R$ 759 bilhões e o Social e Urbano, R$ 257 bilhões.

No mapa das novas obras, o item Rodovias apresenta investimentos que foram acrescidos ao pacote original, todos já em andamento: Contorno de Corumbá; a BR-359, na região norte; Contorno de Campo Grande; Contorno de Dourados. Há também a construção da ponte na BR-262 na divisa de Três Lagoas com o estado de São Paulo.

Na referência aos novos empreendimentos ferroviários, estão confirmados no PAC os estudos para obras da Ferroeste na ligação Cascavel (PR) – Maracaju (MS); para o Prolongamento Sul da Ferrovia Norte-Sul Estre D’Oeste – Panorama (SP) – Porto Murtinho (MS); e o Corredor Ferroviário Bioceânico Santos (SP) – Antofagasta (Chile), que tem Maracaju como ponto de ligação.

Em uma das áreas estratégicas para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, o energético, também houve conquistas, graças ao empenho do governo estadual. Três linhas de transmissão já estão licitadas: Corumbá – Anastácio, fazendo uma ligação centro-leste de Mato Grosso do Sul; Anastácio – Chapadão, indo em direção ao Bolsão; Chapadão – Ilha Solteira (2), ligando o Bolsão sul-mato-grossense à divisa com São Paulo, na região Leste; e Chapadão – Jataí, do Bolsão à cidade do sul de Goiás. No setor de geração, o PAC incluiu a usina São Domingos, na região Sul, que, conforme mapa de novas obras, está licitada, em fase de obtenção de Licença de Instalação.

Conforme o balanço de dois anos divulgado pelo governo federal, com a inclusão de novos empreendimentos, o orçamento do PAC cresceu de R$ 503,9 bilhões, no seu lançamento em 2007, para R$ 646 bilhões. No eixo de Logística, os investimentos aumentaram em R$ 38 bilhões, no de Energia, R$ 21 bilhões e no Social e Urbano, R$ 75 bilhões.

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