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Renan diz que Garibaldi tem apoio do PMDB para disputar a presidência do Senado

Garibaldi Alves conta com o apoio de todo o PMDB e só não será o candidato do partido à Presidência do Senado se houver algum obstáculo constitucional

16 JAN 2009 - 15h:46Por Redação

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que deverá assumir a liderança de seu partido em fevereiro, disse nesta sexta-feira (16) em Maceió que o senador Garibaldi Alves conta com o apoio de todo o PMDB e só não será o candidato do partido à Presidência do Senado se houver algum obstáculo constitucional.

- Desde o primeiro momento, isso ficou claro, absolutamente claro. Ele tem o apoio e o entusiasmo de todos nós. Se houver problema, não será jamais problema de ordem política, de falta de apoio. Será óbice constitucional - afirmou.

Questionado sobre a possibilidade da candidatura do senador José Sarney (PMDB-AP) à Presidência da Casa, Renan disse que isso dependeria de haver impedimentos à candidatura do atual presidente, Garibaldi Alves Filho.

- Se puder ser o Garibaldi, é o Garibaldi. Se não puder, o PMDB vai indicar outro, e dentre os nomes está o do senador José Sarney.

O PT, partido que apóia o nome do senador Tião Viana (PT-AC) para a presidência do Senado, afirma que Garibaldi não pode ser eleito para o cargo porque a Constituição veda que o mesmo parlamentar presida o Senado por dois mandatos consecutivos dentro de uma mesma legislatura. O senador Garibaldi, atual presidente da Casa, argumenta, com base em pareceres jurídicos, que poderá disputar a Presidência porque foi eleito para completar o mandato de Renan Calheiros, que renunciou ao cargo em dezembro de 2007.

Renan Calheiros e Garibaldi Alves, além do senador Efraim Morais (DEM-AL) participam, em Maceió, do 3º Fórum de Integração do Legislativo, promovido pelo Programa Interlegis, do Senado Federal. Durante a abertura do evento, Garibaldi referiu-se a Renan como líder do PMDB - condição que deve ser oficializada em fevereiro, após a reabertura das atividades legislativas do Senado - e comentou a perspectiva de continuar na Presidência da Casa.

- Minha condição de candidato me permite dizer que eu posso estar me despedindo, mas posso não estar - e acrescentou, em tom de brincadeira: - Tudo vai depender de Renan Calheiros.

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