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Prefeitos retomam movimento por asfalto da MS-040

Jorge Diogo, de Brasilândia, e Cacildo Pereira, de Santa Rita do Pardo, pedem apoio a Simone Tebet

7 FEV 2013 - 09h:20Por Moisés Viana/Ascom

Os prefeitos de Brasilândia, Jorge Diogo (PT), e de Santa Rita do Pardo, Cacildo Pereira (PRP), aproveitaram a visita da governadora em exercício, Simone Tebet (PMDB), para defender a reativação de movimento em defesa da federalização e pavimentação da MS-040. 

Para Cacildo Pereira, só a pavimentação da MS-040 pode abrir caminho ao desenvolvimento do município, elevando seus indicadores econômicos e garantindo a ampliação das oportunidades. 

Jorge Diogo disse, durante audiência da governadora em exercício com os prefeitos do Bolsão, terça-feira em Três Lagoas, que além da ligação entre Brasilândia e Santa Rita do Pardo, a pavimentação da rodovia reduziria a distância entre a região e a capital do Estado. Jorge também citou a precariedade do asfalto da MS-395 até Bataguassu, que passa por operação tapa-buracos.

Em relação à MS-040, o prefeito de Santa Rita do Pardo lembra que, além da redução da distância até Campo Grande, em torno de 130 km, o asfaltamento aliviará o fluxo de veículos que hoje utilizam a BR 267, via Bataguassu, e a BR 262, por Três Lagoas, para chegar a São Paulo. Além disso, valoriza e impulsiona o desenvolvimento econômico com a incorporação de 1,5 milhão de hectares de terras produtivas. que não têm vias pavimentadas para escoamento. 

"Com a federalização da MS-040, estaremos criando um polo fundamental para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso do Sul. Essa nova rodovia vai permitir incorporar e recuperar três mil hectares em manejo de pastagem, viabilizará uma produção estimada em seis mil toneladas de carne bovina/ano, incorporará 60 mil hectares de eucaliptos para a produção de papel em Três Lagoas, além de atender à implantação de usinas de álcool com investimentos de R$ 200 milhões/ano, com a expectativa de gerar cerca de três mil novos empregos".

REIVINDICAÇÕES
Jorge Diogo fez outras reivindicações, como a construção de anel rodoviário e equipamentos para manutenção das estradas vicinais - uma patrulha mecanizada, uma motoniveladora, uma escavadeira, esteira, pá carregadeira e caminhão basculante. O prefeito pediu também o retorno de uma pá carregadeira da Agência de Gestão de Empreendimentos (Agesul) que estava destinada à manutenção da MS-040.

Jorge Diogo e Cacildo Pereira aproveitaram para reivindicar ao presidente da Fiems, Sérgio Longen, implantação de Biblioteca do Sesi, para o qual as prefeituras devem ceder áreas. Na questão da segurança, o prefeito de Brasilândia lembrou que a PM tem um efetivo de apenas 18 homens, quando para instalação de um Pelotão seriam necessários pelo menos 32 militares.

“Nós, enquanto gestores municipais, não temos somente o trabalho de administrar um município, mas também buscar junto às autoridades da esfera estadual e federal ações que possam melhorar as condições de vida da população. Esses pedidos são reivindicações antigas da população e também de administradores da região. Eu,  enquanto prefeito, tenho que ter a preocupação em buscar recursos para conseguirmos mais infraestrutura”, disse Jorge Diogo.

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