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Fernandópolis confirma morte de macaco por febre amarela

Em Aparecida do Taboado, morte de quatro macacos está sob investigação de equipe de biólogos, médicos veterinários e entomologistas

26 JAN 2017 - 00h:29Por Leonardo Guimarães

Casos envolvendo mortes de macacos na região da Costa-Leste de MS e Noroeste Paulista tem deixado população e autoridades em estado de alerta. Além dos animais encontrados mortos na zona rural em Aparecida do Taboado, casos que estão sob investigação da Secretaria de Saúde do município, houve casos também no município de Fernandópolis, Estado de São Paulo, distante 99 Km de Aparecida do Taboado.

O município paulista já tem a confirmação de um caso de morte de macaco por febre amarela. O animal foi encontrado morto na área urbana da cidade no dia 8 de dezembro do ano passado, entre o Asilo São Vicente de Paulo e o salão Recanto do Tamburi, região da Av. Afonso Cafaro.

Mais quatro animais foram encontrados mortos esse ano em Fernandópolis. Sobre estes casos, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde municipal recebeu, na tarde desta última quarta-feira (25), o resultado dos exames feitos nos animais encontrados mortos no município; todos deram negativo em avaliação laboratorial realizada no I.A.L. (Instituto Adolfo Lutz). Além de ser uma cidade próxima a Paranaíba, distante apenas 119 Km, Fernandópolis recebe todos os dias centenas de paranaibenses estudantes de universidades do município.

Em Aparecida do Taboado, uma equipe composta por biólogo, médico veterinário e entomologista, além de outros profissionais, esteve nos locais onde os macacos foram encontrados mortos. Devido aos corpos dos quatro animais já estarem em estado de decomposição, serão capturados mosquitos para analisar se há circulação do vírus da febre amarela na região.

Os técnicos ficarão em Aparecida do Taboado até a próxima sexta-feira para investigar os casos e coletar o máximo de materiais possíveis para que a conclusão seja precisa. Os resultados ficarão prontos, segundo Paulo de Almeida, biólogo e gerente de entomologia do Estado, em torno de 20 dias e neste período não é preciso a população entrar em pânico.

Serão feitas orientações aos agentes comunitários para que fiquem em alerta com relação a população, caso algum caso seja notificado.

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