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TRêS LAGOAS

59% das escolas municipais e creches estão em situação precária

São 20 unidades educacionais consideradas em 'estado crítico', segundo a Prefeitura de Três Lagoas

20 SET 2017 - 06h:45Por Kelly Martins

Pelo menos 20 escolas municipais e Centros de Educação Infantil (CEis) estão em situação precária, em Três Lagoas. São unidades consideradas em “estado crítico ou de alerta” diante de inúmeros problemas de infraestrutura, como telhado quebrado, forro com risco de desabar, infiltrações, goteiras em sala de aula, falta de pintura, piso irregular, entre outros. Na lista estão 11 escolas e nove CEis, o que corresponde a 59% do número total de unidades educacionais no município.

O levantamento foi feito pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, que informou que pretende resolver a problemática que recai sobre os alunos até 2020. Para isso lançou o Programa de Reestruturação e Ampliação das Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino (Proreme), formado por servidores da pasta, técnicos e profissionais da educação, responsáveis pelo levantamento e monitoramento de todas as escolas públicas municipais.

Na lista de precariedade estão as escolas Gentil Rodrigues Montalvão, Senador Ramez Tebet, General Nelson Custódio, por exemplo. Entre as creches estão: Nossa Senhora Aparecida, Olga Sallatti, Lilian Márcia e Nilsa Tebet. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, essas unidades estão incluídas na primeira etapa do programa e deverão ser reformadas ainda neste ano. Ao todo Três Lagoas conta com 17 escolas da rede municipal e 17 CEis.

O valor que deverá ser gasto pela prefeitura para as obras de reforma não foi divulgado e sairá do caixa da administração municipal. O novo projeto foi dividido em quatro fases para a realização dos serviços. Inicialmente deverão ser atendidas, de forma emergencial, as escolas em situação crítica. “Essas economias mostram a nossa responsabilidade financeira. Graças ao método que adotamos para a execução dessas obras, acredito que antes mesmo de 2020 consigamos terminar o cronograma e, quem sabe, ampliar o número de unidades atendidas”, ressaltou o prefeito Ângelo Guerreiro.

A segunda etapa abrangerá três escolas e três CEIs, sendo que a terceira fará reparos em quatro escolas e quatro CEIs. Já a quarta e última etapa atende um total de sete escolas e sete CEIs. “Essa última atende mais unidades, pois são as que necessitam de menores reparos, algo que é menos custoso e, com isso, não foge do orçamento previsto. Vale ressaltar que não estamos dando preferência para um ou outra e, sim, visualizando as condições de cada unidade e qual a urgência dessas reformas e ampliações”, destaca a diretora Pedagógica e Educacional, Ângela Brito.

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