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Após 60 dias de acordo, rua Egídio Thomé continua esburacada

Via de acesso ao Jupiá será recuperada com doação de recursos por empresas

21 SET 2017 - 14h:34Por Ana Cristina Santos

Após 60 dias de um acordo firmado entre a prefeitura e cinco empresas, até hoje a rua Egídio Thomé, via de acesso ao Jupiá, não teve o pavimento recuperado.

O acordo foi assinado em julho deste ano, quando as empresas CGR Engenharia, Cargill Agrícola, Fibria, MK Química do Brasil e Porto de Areia 3 Irmãos, se comprometeram em destinar  R$ 308 mil para a recuperação do pavimento.

No entanto, passado dois meses, as obras ainda não foram iniciadas. A rua continua tomada por buracos, causando transtornos aos usuários.

De acordo com o secretário de Infraestrutura, Dirceu Deguti, as obras ainda não foram iniciadas porque a assessoria jurídica da Fibria ainda analisa o contrato. “Faz 60 dias que ‘batemos o martelo’, mas o setor jurídico da Fibria está enrolando”, comentou.

Deguti destacou que essa obra precisa ser retomada antes do período das chuvas. Ele acredita que nos próximos dias o serviço possa ser iniciado. Segundo dados da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Trânsito, por dia, trafegam pela via cerca de 400 caminhões que fazem carga ou descarga de materiais nas empresas instaladas nas imediações do bairro.

Em maio deste ano, moradores de Jupiá fizeram um protesto com a interdição da rua para chamar a atenção das autoridades para a situação precária em que se encontra a via.

O trecho a ser recuperado fica entre a avenida Ponta Porã, até o Jupiá. A empresa CGR Engenharia entrou com R$ 18,6 mil. A Cargill Agrícola com R$ 160 mil; Fibria, R$ 110 mil; MK Química do Brasil; R$ 10 mil e Porto de Areia 3 Irmãos, com R$ 10 mil.

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