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PARALISIA

Após um ano de tratamento, mãe de Kaleby conta sobre recuperação

Ester diz que Kaleby aparentou melhoras, mas a família passa por dificuldades para manter o tratamento

22 FEV 2018 - 16h:15Por Steffany Pincela

“Meu sonho é ouvir meu filho dizendo mãe”. Isso é o que diz a professora Ester Freitas, mãe do pequeno Kaleby Neres de Freitas Sampaio, uma criança de quatro anos de idade que nasceu com paralisia cerebral.

Após um ano do tratamento de células tronco realizado na Tailândia, Ester contou em entrevista durante o programa “A Casa é Sua” desta quinta-feira (22) que Kaleby demonstra bons resultados na recuperação.

A família passou 28 dias na Tailândia no ano passado, após fazer diversas campanhas para arrecadar R$ 150 mil para realizar o tratamento com células tronco.

A professora diz que o pequeno Kaleby já aparentou melhoras após a implantação de células tronco. “Pode ser pouco para quem está de fora, mas pra nós que moramos com ele, percebemos que ele cresceu, consegue comer e está engordando. Ele tem todos os movimentos, e está aprendendo como controlar suas reações”, contou a mãe.

Mas nem tudo anda tão bem. A família passa por dificuldades para manter o tratamento em que ele fez na Tailândia, como hidroterapia, fisioterapia, terapia ocupacional e hiperbárica, além da acupuntura. No Brasil, a família dá continuidade ao tratamento com as sessões de fisioterapia e equoterapia. No entanto, a criança não tem passado por sessões com fonoaudióloga e terapeuta ocupacional por conta do alto custo. Os gastos com o tratamento ultrapassam R$ 1 mil por mês.

Kaleby nasceu com a doença devido à complicações no momento do parto. A mãe contraiu dengue durante a gestação, e a doença atingiu Kaleby, paralisando 80% do cérebro como sequela. A família não mediu esforços para conseguir o tratamento da criança na Tailândia. 

Eles optaram por lá – além de indicações – pelo falo de o Brasil não disponibilizar deste tratamento para crianças que já nasceram com a paralisia, só para pessoas que sofreram acidente durante a vida.

Veja a entrevista:

 

 

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