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FAZENDO A DIFERENÇA

Caminhada pela valorização do Autismo é realizada em Três Lagoas

Pais e filhos autistas foram as ruas em busca de conscientizar a população sobre o Transtorno Espectro Autista

1 ABR 2017 - 11h:25Por Steffany Pincela

Visando conscientizar a população sobre um distúrbio que atinge milhares de pessoas no planeta, um grupo de pais de pessoas com o Transtorno Espectro Autista, Fazendo a Diferença, realizaram neste sábado, dia 1°, uma passeata pelas principais ruas da área central da cidade. A ideia é promover integração e levar informação sobre as pessoas que nascem com a síndrome, mais conhecida como austismo e realizar a passeata em homenagem ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo que é celebrado no dia 2 de abril.

A 1° Caminhada pela Conscientização do Autismo iniciou às 8h em frente à Catedral Sagrado Coração de Jesus e seguiu até o relógio na área central da cidade. Durante o percurso foram distribuídos panfletos contendo informações sobre a síndrome, a pessoa autista e sobre os cuidados que se deve ter com os portadores do transtorno. Ainda, houve orientações sobre vários temas relacionados ao autismo, faixas, cartazes e balões azuis que chamavam a atenção de quem por alí passava.

Apesar das dificuldades que alguns pais enfrentam com os filhos portadores de autismo, Rogrigo Andrade Pereira, pai de Artur, de 3 anos, que possui o transtorno, mostra seu afeto com filho e afirma que o amor supera todas as barreiras. "Só amor, se não for amor não consegue, porque é muito difícil lhe dar com a situação, pois eles são muito impacientes, mas a gente tá indo, é muito amor por eles" afirmou.

O Autismo

Em entrevista a TVC – Canal 13, a psiquiatra Carolina Trevisan, explicou que o transtorno é uma condição geral para um grupo de desordens complexas que afeta o desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam quase sempre pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos.

O autismo apresenta sintomas básicos como: dificuldade de interação social; déficit de comunicação tanto quantitativo quanto qualitativo; padrões inadequados de comportamento que não possuem finalidade social. Carolina diz que a criança que tem o Espectro Autista, é mais sensível que as demais. Alguns desenvolvem dificuldades para processar os estímulos externos.  “A grande maioria das crianças que tem autismo tem alterações sensoriais, alguns tem mais sintomas e outros menos”, lembrou.

Um levantamentor ralizado em Três lagoas aponta que há mais de 70 pessoas portadores do Trânstorno Espectro Autista, entre crianças e adultos.

 

 

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