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LEVANTAMENTO

Cidade tem vários pontos críticos

As BR- 262 e BR- 158 - que cortam a cidade, são pontos em que apresentam problemas quando se encontram com avenidas de grande tráfego

25 MAR 2017 - 09h:11Por Ana Cristina Santos

O diagnóstico e prognóstico do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, que será apresentado em audiência pública, marcada para 27 de abril, apontam diversos “nós viários” em Três Lagoas.
Esses “nós viários” são geradores de conflitos no tráfego urbano. As BR- 262 e BR- 158 - que cortam a cidade, são pontos em que apresentam problemas quando se encontram com avenidas de grande tráfego, provoca conflitos no trânsito, prejudicando a segurança da população residente na região. Em algumas dessas áreas foram identificados pontos críticos de acidentes.
Na maior parte desses cruzamentos, segundo o levantamento, existe rotatórias. No entanto, foram identificadas e diagnosticadas dificuldades de acesso entre as partes urbanizadas de Três Lagoas e as duas rodovias. O fluxo nesse caso é o maior complicador sendo intenso e, principalmente formado por caminhões e carros de passeio, o que, em horários de maior pico e, por ser uma via de trânsito rápido, o acesso no sentido das rodovias, torna-se lento e perigoso, exceto onde tem semáforos instalados.

Ainda de acordo com o levantamento, outros “nós” polos geradores de grande tráfego são aqueles onde estão instalados órgãos públicos, como prefeitura, universidades e indústrias, por exemplo. A interseção da rua Yamaguti Kankiti , com a BR-262, que recebe o fluxo de veículos que entram e saem da cidade, é um dos pontos considerados críticos, onde já ocorreram diversos acidentes com vítimas, mas nunca se definiu a construção de uma rotatória, não havendo espaço para essa construção, tão pouco para um recuo de acesso lateral.

Ainda na BR 262, conforme o levantamento, os carros aguardam no acostamento para realizar a conversão, que não se encontra em bom estado de conservação, provocando fila paralela à rodovia. Os demais pontos de interseções com a BR-262 também foram considerados críticos e com falta de sinalização adequada. Outro exemplo, é no cruzamento com a avenida Rosário Congro, que tem grande fluxo. No local existe conflito de carros no canteiro central da rodovia, diminuindo a segurança para os motoristas. Não há acostamento, a faixa livre possui dimensão aproximada de 1,5 metros, aonde alguns carros arriscam a parar, com parte sobre a calçada. A partir da BR a avenida não possui pavimentação asfáltica.

Na rua Egídio Thomé, em frente a empresa Cargill, em época de safra ocorre uma grande quantidade de carretas estacionadas nessa área, bem como circulando nesse ponto. Os “nós viários” existem também no cruzamento de outras vias nos bairros da cidade, como na interseção e prolongamento da rua Quixeramobim e avenida  Angelina Tebet. Nessa região estão localizados os conjuntos habitacionais, e tem apenas uma via de acesso para o bairro ou centro, a qual fica estrangulada principalmente em momento de picos.

Outro ponto problemático é na rotatória no cruzamento da avenida Ponta Porã com as rodovias 262 e 158. Há grande fluxo de veículos nessas vias que dão acesso ao aeroporto, Eldorado, Cargil, Fibria, UFMS, AEMS e Distrito Industrial. Esse é um dos trechos de fluxo bastante intenso, principalmente de caminhões que entram e saem do Distrito Industrial. Existe sinalização vertical, a horizontal como faixa de pedestre, por exemplo, é inexistente, tornando-se impraticável travessia de pedestre com segurança nesse ponto.
O diagnóstico e prognóstico do Plano Diretor de Mobilidade Urbana foram elaborados com base em levantamentos realizados pela Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e Cultura (FAPEC). 

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