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Confirmada a primeira morte por dengue em Três Lagoas neste ano

Mulher de 76 anos morreu com diagnóstico de dengue nesta semana

16 FEV 2019 - 07h:03Por Ana Cristina Santos

 A primeira morte por dengue em Três Lagoas, neste ano, ocorreu nesta semana. Aurelina Maria dos Santos, de 76 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira (13) no Hospital Auxiliadora por dengue e por outras complicações de saúde. A morte foi confirmada pelo hospital.

 A idosa morava no bairro Interlagos e deu entrada no hospital dia 4 de fevereiro com hipertensão arterial sistêmica e diabetes. No dia seguinte, foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Após realização de exames, a paciente foi diagnosticada com dengue do tipo b e c e insuficiência hepática. Após complicações, Aurelina morreu.

Segundo o filho da idosa, Nelson Lima, antes da internação, a mulher passou pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e foi liberada para se tratar em casa. No dia seguinte, passou mal e foi levada ao hospital.

No ano passado, Três Lagoas teve três mortes por dengue e mais de cinco mil casos notificados da doença. Neste ano, o município contabiliza 1.276 notificações, com 125 confirmações.

Três Lagoas lidera o ranking dos municípios com maior incidência de dengue no Estado. Os números apontam que a cidade pode registrar novo surto da doença, como em 2018.

A Prefeitura de Três Lagoas lançou, em janeiro, uma “força tarefa” para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Equipes da administração fazem a limpeza de terrenos particulares, cobrado de proprietários pelo serviço e aplicado multas. Até agora, mais de 300 terrenos foram limpos. 

 Além disso, agentes de endemias recolhem lixo e entulho para evitar acúmulo de água em terrenos e quintais. Nesta semana, a Secretaria do Meio Ambiente lançou também a Operação “Porco Solto”, que visa flagrar e multar quem joga lixo nas ruas.

Em apenas uma semana, fiscais da secretária flagraram 10 casos. As multas partem de R$ 410 e podem chegar a R$ 2 mil, fora a possibilidade de aplicação de multa por crime ambiental, que possui valor mais elevado.

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