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Diagnóstico aponta necessidade de controle do crescimento da cidade

O assunto será erá proposto em audiência pública prevista para quarta-feira ( 29), na Câmara de Três Lagoas

25 JUN 2016 - 10h:31Por Ana Cristina Santos

O Plano Diretor Participativo de Três Lagoas, que passa atualmente por revisão, aponta para a necessidade de controle da expansão urbana e estímulo a ocupação de espaços vazios da cidade. Isso é o que será proposto em audiência pública prevista para quarta-feira, dia 29, na apresentação de resultados de diagnósticos do município. 
A audiência será realizada no plenarinho da Câmara, às 18h, aberto ao público.

Além de apresentar resultados, responsáveis pelo estudo devem colher opiniões de setores da sociedade. O diagnóstico aponta também para a necessidade de ordenar os fluxos de mobilidade urbana, a estrutura do sistema de transporte coletivo, além de melhorar e ampliar as ciclo-faixas, bem como os passeios e calçadas para os pedestres e portadores de necessidades especiais. 

A universalização do acesso à infraestrutura básica e à habitação formal foi apontada como relevantes para Três Lagoas.  O diagnóstico mostra a necessidade de bairros receberem infraestrutura e saneamento básico, como redes de água e esgoto, drenagem, coleta de lixo, escolas, postos de saúde, quadras de esportes, órgãos de assistência social e cultura.

O levantamento indica ainda a necessidade de preservação do patrimônio cultural e proteção ao meio ambiente, com revisão do zoneamento urbano. 
Durante reuniões realizadas em bairros e com associações de classe foram apontados problemas como a falta de tratamento de esgoto, de combate a alagamentos, déficit habitacional, supervalorização de lotes urbanos, iluminação pública insuficiente e falta de asfalto.

O diagnóstico foi elaborado pela empresa Synergia Consultoria Socioambiental, de São Paulo, contratada em abril deste ano pelo Instituto Votorantim, fábrica de celulose Fibria e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), financiadores da revisão do plano e das propostas, no âmbito do programa Ices (Iniciativa Cidades Emergentes e Sustentáveis). O custo do levantamento foi estimado em R$ 1 milhão. 

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