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TRêS LAGOAS

Doação de área para cervejaria depende de parecer de vereadores

Cervejaria Cidade Imperial Petrópolis pretende investir R$ 300 milhões e gerar 300 empregos

7 MAI 2018 - 16h:45Por Ana Cristina Santos

A doação da área onde funcionou o alojamento de trabalhadores, desativado desde a inauguração da fábrica de celulose, para a instalação de uma cervejaria, depende de parecer dos vereadores de Três Lagoas. A área está localizada na saída de Três Lagoas para Brasilândia, às margens da rodovia BR-158. No local, o empresário Cléber Faria pretende instalar uma filial da cervejaria Cidade Imperial Petrópolis, que prevê investimento de R$ 300 milhões e geração de 300 empregos, inicialmente.

A empresa, que protocolou em 2017 o projeto de instalação na Secretaria de Desenvolvimento  Econômico, pretende fabricar 10 milhões de litros por ano de cervejas e chopes.

O volume a ser fabricado em Três Lagoas, somado com o produzido na fábrica instalada em Petrópolis (RJ), alcançará a 2% do mercado nacional da bebida. A cervejaria tem previsão de iniciar a produção em julho de 2020, em Três Lagoas.  

A instalação de uma fábrica na cidade esbarra, porém, na doação de uma área pública. O processo para definição do local se arrasta há dois anos, desde a época de pedido feito pela empresa e, até agora, o município não disponibilizou uma área para o empreendimento.

A vinda da cervejaria para Três Lagoas foi anunciada em 2016 e a instalação ocorreria em uma área do Cinturão Verde, nas proximidades da ponte sobre o rio Paraná, na divisa com o Estado de São Paulo. Mas, devido uma demanda judicial em relação às famílias que moram no local, o processo para a desocupação da área pretendida levaria um tempo maior, segundo a administração municipal.

Uma das exigências do empresário foi de que a área para a instalação da cervejaria ficasse às margens de uma rodovia, por uma questão de marketing e logística.

Inicialmente a cervejaria seria instalada em uma área do Cinturão Verde, nas proximidades da ponte sobre o rio Paraná, na divisa com o Estado de São Paulo. Mas, devido uma demanda judicial em relação às famílias que moram no local, o processo para a desocupação da área levaria um tempo maior.

Diante disso, a prefeitura ofereceu uma área às margens da rodovia BR-158, na saída para Brasilândia, onde funcionou um alojamento de trabalhadores de uma fábrica de celulose. Antes de doar o terreno dos galpões,  no entanto, o município precisa transformar a área em macrozona de expansão urbana industrial.

O projeto foi enviado há cerca de 15 dias para o Legislativo, para avaliação da Comissão de Constituição e Justiça e, posteriormente, análise das demais comissões.  Além dessa alteração, outra situação em análise é a necessidade de modificar o termo de doação da área do antigo alojamento, doada ao município com a finalidade de ser utilizada para a instalação de escola, para lazer e cultura.

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