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TRATAMENTO PÓS-COVID

Em Três Lagoas, Hospital disponibiliza acompanhamento no tratamento pós-Covid

O benefício é que o paciente tem acesso a um acompanhamento completo em numa única unidade hospitalar

18 JUN 2021 - 12h:45Por Daiana Oliveira

O Hospital Auxiliadora dispõe de acompanhamento à pacientes, no tratamento pós - Covid-19. A equipe do serviço de Apoio Assistencial do Hospital pensou em um procedimento que abrange todas as especialidades necessárias, durante 10 sessões de acompanhamento.

O benefício é que o paciente tem acesso a um acompanhamento completo em numa única unidade hospitalar, para que tenha maior celeridade em sua recuperação.

Através do tratamento, o paciente tem acesso a exames laboratoriais, tratamento psicológico, nutricional, acesso a pneumologistas, fisioterapeutas e exame de tomografia.

A fisioterapeuta da unidade hospitalar Maria Inês, explica a importância do acompanhamento do paciente pós-covid, pois a recuperação em alguns casos pode ser um pouco demorada, dependendo da intensidade sofrida pelo paciente com a doença.

“Todo paciente pós-covid precisa de um serviço de um fisioterapeuta e acompanhamento, pois a maioria fica muito tempo sedado e perde muita massa muscular. A própria patologia acomete o sistema músculo esquelético que é afetado também por conta da sedação e imobilidade”, esclarece Maria Inês.

O foco é que o paciente possa retomar sua rotina, dentro da mais perfeita normalidade.

Juliano Trevisan, ficou 24 dias internado e seis dias intubado, ele entende a necessidade de seguir com o acompanhamento.

“A gente não sabe o que pode acontecer, por isso eu busquei o tratamento para garantir uma recuperação com mais atenção”, disse Juliano.

“Nós temos visualizado que os pacientes, principalmente internados, têm uma necessidade de buscar serviços após a alta, e havia uma dificuldade em encontrar os serviços separadamente na cidade. Por isso, pensamos em trazer o paciente para o ambulatório do Hospital Auxiliadora, para que ele receba tudo em só local e não precise se deslocar. A ideia é que este paciente ande o menos possível”, explica Jaqueline Amália Rovari, coordenadora dos Serviços de Apoio Assistencial do Hospital Auxiliadora.

Confira a reportagem:

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