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TRêS LAGOAS

Escolas terão câmeras de reconhecimento facial e de placas

Projeto desenvolvido pelo 2º Batalhão da Polícia Militar conta com o apoio de entidades, para combate ao tráfico e a violência

9 MAR 2019 - 12h:00Por Ana Cristina Santos

As 12 escolas estaduais de Três Lagoas serão monitoradas por câmeras de segurança em um projeto desenvolvido pela Polícia Militar em parceria com a sociedade civil organizada e a Secretaria Estadual de Educação, previsto para começar a funcionar entre abril e maio, segundo o comandante do 2º Batalhão, major Ênio Souza.

Numa segunda etapa, o projeto prevê o funcionamento de um sistema de reconhecimento facial, no segundo semestre, a identificação das placas de veículos, no final do ano. Segundo o comandante, caberá às escolas comprarem as câmeras - algumas, inclusive, já começaram a adquirir os equipamentos. À Polícia Militar caberá o desenvolvimento de um software para visualização e configuração de câmeras, que já estaria pronto, segundo o major.

O comandante informou que o software foi desenvolvido por meio de uma parceria e que caberá à polícia operar o monitoramento. 

SEGURANÇA
A instalação das câmeras visa garantir a segurança de alunos, professores e o corpo técnico das instituições.  Além disso, tem como finalidade inibir a presença de outras pessoas nas escolas.

O comandante disse que esse projeto vai facilitar o trabalho da PM porque os policiais terão acesso às imagens durante patrulhamento, nas ruas. De acordo com Ênio, a participação da sociedade tem sido muito importante para auxiliar no trabalho da Polícia Militar.

O major afirmou que câmeras são uma ferramenta a mais para agregar no trabalho que os policiais fazem em frente às escolas, que enfrentam problemas de brigas e de alunos, e também de comercialização de drogas. 

O projeto partiu de uma iniciativa da coordenadora regional de Educação, em Três Lagoas, a professora Marizeth Bazé, que foi diretora da escola estadual Dom Aquino Corrêa por vários anos. 

DROGAS
De acordo com a Polícia Militar, somente no ano passado, 23 pessoas foram presas - sendo a maior parte deles estudantes -, e que mais de oito quilos de drogas foram apreendidos em frente as escolas.

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