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Fibria reforça parceria com o governo e diz que vai prosseguir com investimentos

No projeto Horizonte 2 a Fibria investiu R$ 7,5 bilhões e quando estiver em plena operação a unidade vai produzir 1,95 milhão de toneladas de celulose

30 SET 2017 - 07h:09Por Da redação

A Fibria pretende continuar investindo em Mato Grosso do Sul, pelo potencial do Estado e pela segurança e confiança encontradas no governo estadual, que tem assegurado a todas as empresas que aqui se instalam a segurança jurídica em iniciar os seus empreendimentos. “Encontramos um terreno fértil de boa vontade, boas ideias e ideais. Isso foi o que tornou possível esse crescimento. Por isso, temos muito orgulho de levar a bandeira do Estado do Mato Grosso do Sul para o Brasil e o mundo”, afirmou o presidente do grupo, Marcelo Castelli. 

Durante visita a nova unidade construída em Três Lagoas (Horizonte 2) na última segunda-feira (25), Castelli afirmou que ao ser indagado sobre quando virá a Horizonte 3 respondeu: “Eu não sei ainda, mas vamos conversar com os nossos investidores, com os nossos acionistas, não tenham dúvida, porque temos confiança, nos sentimos tranquilos em reinvestir aqui”.

O governador Reinaldo Azambuja agradeceu a direção da Fibria pela confiança e parceria. “A gente só é competitivo porque tem investidores como vocês, que acreditam no Estado, que apostam no nosso potencial, que sabem que podem investir no Mato Grosso do Sul”, disse ele em seu discurso. 

A visita serviu também para o titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, entregar à Fibria a Licença de Operação da unidade Horizonte 2, emitida pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul). “Ela movimenta a nossa economia garantindo emprego e renda, colabora com a balança comercial, leva o nome de Mato Grosso do Sul para o mundo e vem de encontro com o nosso trabalho de diversificar a economia local”, afirmou Verruck ao falar da importância do empreendimento.

O presidente da Fibria destacou, porém, que por enquanto os investimentos estão concentrados na Horizonte 2, que entrou em funcionamento no dia 23 de agosto deste ano, três semanas antes do prazo previsto. “Nosso foco, agora, é concluir completamente o projeto Horizonte 2, o que ocorrerá no ano que vem, e ir aumentando gradativamente a produção da nossa unidade em Três Lagoas até chegar ao pico de produção de 3,25 milhões de toneladas de celulose por ano”, afirmou Marcelo Castelli.

Castelli destacou a importância das parcerias entre iniciativa privada e poder público, não só para o desenvolvimento econômico, mas também social. “Acreditamos que a sociedade civil organizada, a iniciativa privada e os governos podem, em conjunto, construir um futuro melhor para nós e nossos filhos. Um exemplo é o esforço conjunto que Fibria e Governo do Estado de Mato Grosso do Sul têm realizado junto ao Ministério dos Transportes para buscar melhorias na rodovia BR-262, fundamental para o transporte e a logística da região e também para toda a comunidade, que precisa usar a via com segurança”, pontuou o presidente da Fibria.

Reinaldo Azambuja lembrou também, que a confiança do empresariado em investir no Estado, e a gestão responsável e empreendedora da sua administração, resultou nos bons índices conquistados por Mato Grosso do Sul, conforme publicações na mídia nacional. MS é a terceira unidade da Federação a apresentar maior índice de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e também está entre os primeiros em competitividade e geração de emprego.

Horizonte 2
No projeto Horizonte 2 a Fibria investiu R$ 7,5 bilhões e quando estiver em plena operação a unidade vai produzir 1,95 milhão de toneladas de celulose de eucalipto por ano. Com a produção da primeira fábrica construída em Três Lagoas, a capacidade de produção total da empresa será de 3,25 milhões de toneladas de celulose por ano, elevando a empresa à condição de uma das maiores fábricas de celulose do mundo.

Com a nova fábrica, a Fibria fez 3 mil novas contratações de trabalhadores, chegando ao total de 6 mil empregos diretos e indiretos gerados. “No pico da obra tivemos cerca de 9 mil profissionais trabalhando em Três Lagoas. Isso é desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda para o Estado, para a cidade, para o comércio e para toda a cadeia de serviços”, pontuou Marcelo Castelli.

No próximo mês, a Fibria inicia a operação do Terminal Intermodal construída em Aparecida do Taboado, utilizando mão de obra local. A empresa informou que vai continuar investindo no desenvolvimento local e na qualificação da mão de obra nos municípios da área de abrangência da sua atuação, como Três Lagoas, Água Clara e Brasilândia.

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