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DECRETO

Governo endurece medidas e permite só atividades essenciais

Com recorde de mortes por Covid-19, governo de MS endurece medidas para reduzir mobilidade social no Estado

27 MAR 2021 - 07h:08Por Ana Cristina Santos

Começou a valer nesta sexta-feira (26), as regras mais rígidas do governo de Mato Grosso do Sul para reduzir a mobilidade social e frear o avanço da Covid-19 em todo o Estado. Até o dia 4 de abril, apenas atividades consideradas essenciais poderão funcionar nos 79 municípios do Estado.  O toque de recolher continua das 20h às 05h, durante a semana, e aos finais de semana, das 16h às 05h. 

E mesmo as atividades autorizadas deverão seguir regras, incluindo horário de funcionamento do toque de recolher. A decisão do governo de Mato Gross do Sul em decretar medidas mais rígidas para o funcionamento do comércio e demais repartições visa conter o avanço de transmissão do novo Coronavírus no Estado, que vem batendo recordes de casos positivos, de internações e mortes provocadas pela Covid-19.

Em Três Lagoas, além de cumprir na integra todas os itens do decreto, a prefeitura da cidade acrescentou mais medidas restritivas e suspendeu atividades de lazer e religiosas no município, no período de 26 de março a 4 de abril. No Estado, atividades religiosas estão permitidas, desde que as igrejas cumprem as medidas de biossegurança e não permitam aglomerações.

De acordo com o decreto estadual, podem funcionar fora do toque de recolher, apenas os serviços considerados essenciais, serviços de saúde, transporte, fornecimento de alimentos e medicamentos por delivery, farmácias e drogarias, funerárias, postos de combustíveis, indústrias, restaurantes em postos de combustíveis localizados em rodovias e hotéis; supermercados e transportes intermunicipais.

A restrição de horário também não se aplica aos supermercados e mercados, dentre os quais não incluem as conveniências, sendo expressamente vedado o consumo de gêneros alimentícios e bebidas no local e o acesso simultâneo de mais de uma pessoa da mesma família, exceto nos casos em que for necessário acompanhamento especial.

Nesse período, também não haverá atendimento nas repartições públicas, com exceção de unidades de saúde.

 

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