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PROTESTO

Manifestantes interditam novos trechos de rodovias em Três Lagoas

Eles são contra a reforma previdenciária proposta pelo governo federal

28 ABR 2017 - 08h:50Por Kelly Martins

Mais dois trechos de rodovias foram interditados na manhã desta sexta-feira (28), em Três Lagoas, por trabalhadores de várias categorias e militantes de movimentos sociais. Os manifestantes realizam ato unificado contra as reformas da Previdência e da legislação trabalhista, propostas pelo governo federal. Um grupo está concentrado em trecho da BR-262, no perímetro urbano, que dá acesso à saída de Três Lagoas para Campo Grande. Lá, estão concentradas mais de 150 pessoas, segundo informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que está acompanhando o protesto.

Outros trabalhadores se deslocaram para trecho da BR-158, que liga a cidade ao município de Selvíria. De acordo com motoristas que tentam trafegar pelo local, cerca de 100 trabalhadores interditam a pista. A manifestação iniciou em Três Lagoas por volta das 5h, quando centenas de trabalhadores fecharam outro ponto da BR-158, que dá acesso ao município de Brasilândia. Os manifestantes usaram até um guindaste para interditar a pista e continuam no local.

Com isso, centenas de funcionários da fábrica de celulose Fíbria, por exemplo, não conseguiram chegar ao trabalho. Os ônibus que transportam os funcionários ficaram estacionados pelas avenidas. 

Dica

O motorista que pretende trafegar por essas rodovias deve ficar atento. Para ter acesso à saída de Três Lagoas em direção a Campo Grande (BR-262), deve percorrer pela Avenida Clodoaldo Garcia, que corta o Centro, ou pela Avenida Rafael de Haro. Nesses pontos não há manifestantes e nem em trechos que dão acesso à divisa com o estado de São Paulo. Às 9h30, os manifestantes liberaram o trecho de Brasilândia.

Por conta da interdição, muitos caminhões e carretas estão transitando pelas avenidas de Três Lagoas, o que tem causado transtorno aos condutores e pedestres.

Em Três Lagoas, à greve geral é organizada por 10 sindicatos, entre eles, dos Bancários, da Educação, da Construção Civil, de Papel e Celulose, dos Auditores Fiscais, dos Professores Universitários, entre outros.

Centro

Os manifestantes pretendem seguir para a área central da cidade, na Praça Ramez Tebet, onde vão realizar um novo ato. Também devem protestar em frente à sede do Instituto Nacional de Seguridade Nacional (INSS).

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