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Obras da fábrica Petrobras empregarão 9 mil operários

Consórcio pede para autoridades de Três Lagoas e Brasilândia formarem mão de obra

18 ABR 2013 - 08h:25Por Moisés Viana

As obras civis da fábrica de fertilizantes da Petrobras vão entrar em uma nova etapa, preliminar à entrada de operação do complexo petroquímico, previsto para o segundo semestre de 2014. 

Nessa fase, segundo o Consórcio UFN III, o número de operários no canteiro de obras deve saltar dos atuais 4.500 para 9 mil operários. 

A projeção de mão de obra foi apresentada terça-feira ao prefeito de Brasilândia, Jorge Diogo, e ao vice-prefeito de Três Lagoas, Luiz Akira, durante visita de autoridades dos municípios às estruturas que já foram concluídas. Representantes do Consórcio pediram esforço conjunto nas duas cidades para a formação de mão de obra.
Prioritariamente, os trabalhadores serão contratados na área de impacto, dividida por Três Lagoas e Brasilândia. Não havendo oferta, será necessário importar trabalhadores de outras regiões do país.   

Os representantes do Consórcio UFN III recepcionaram também secretários municipais de Brasilândia e equipe do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), liderada pela chefe da unidade de Três Lagoas, José Sgnori, acompanhados pelo representante da Unidade da Indústria e Projetos Estruturantes, Yuri Miranda.

Os novos processos de construção incluem a instalação de equipamentos e movimentação de máquinas que vão exigir mão de obra qualificada, daí a preocupação dos representantes da UFN III. 

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) já desenvolve cursos de capacitação, mas é preciso dobrar os cursos de formação na área de gás e energia. O Sebrae dispôs-se a preparar parte da mão de obra. A previsão é de que a demanda por trabalhadores dobre a partir de novembro.

INSUMOS
Outra ação a ser desenvolvida pelos dois municípios é o Programa da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás e Energia, que tem como objetivo qualificar e tornar pequenas empresas potenciais fornecedores de materiais de consumo do complexo petroquímico e da Usina Termelétrica Luis Carlos Prestes.

Para o prefeito de Brasilândia, Jorge Diogo, a unidade de fertilizantes da Petrobras, na terceira etapa, vai desencadear a vinda de pequenas indústrias no segmento de adubos e essa fase vai promover um impacto positivo no desenvolvimento de sua cidade.

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