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CASO GABRIELLY

Padrasto de Gabrielly está no presídio de Três Lagoas

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva do homem por abuso sexual

25 MAR 2020 - 16h:37Por Alfredo Neto

A Polícia Civil de Brasilândia emitiu uma nota para a imprensa nesta quarta-feira (25) informando detalhes sobre o inquérito da morte da menina Gabrielly.

A Polícia Civil informou que o padrasto está preso preventivamente pelo crime de estupro de vulnerável, o homem é acusado de ter abusado sexualmente da enteada de 10 anos por pelo menos duas vezes.

Segundo o delegado Thiago Passos responsável pela investigação, o primeiro abuso sexual aconteceu no dia 12 de outubro de 2019 (dia das crianças), o padrasto teria ficado sozinho com a criança após a mãe da menina viajar com os outros filhos deixando a menina sozinha com o acusado. Segundo o delegado, assim que a mãe retornou de viagem foi informada pela filha do estupro mas não tomou nenhuma atitude, questionando a autoria o padrasto negou o crime sexual.

A Polícia Civil também descobriu que o acusado estava na casa, na noite que houve a morte da criança, mas relatou não ter noção do que havia acontecido por estar dormindo. A Polícia investiga se o padrasto da criança teve participação na morte da menina.

O delegado Thiago Passos também ressaltou que a existia marcas de abuso sexual recente, indícios de que a pequena Gabrielly teria sido abusada sexualmente antes de ser morta ou na mesma noite do crime. O padrasto que foi acusado do crime pelo enteado irmão da menina, negou o crime de abuso sexual e participação na morte da menina e relatou saber só no dia seguinte quando a mãe da menina autora do homicídio revelou o crime.

Enquanto as investigações sobre o estupro, morte e ocultação de cadáver continuam, o padrasto irá aguardar o resultado do inquérito preso no presídio de segurança média de Três Lagoas. A mãe da menina Emileide Magalhães de 30 anos, autora do homicídio está presa no presídio feminino de Três Lagoas, já o irmão de 13 anos que auxiliou a mãe no crime, foi liberado após passar por novo depoimento e audiência de custódia, no segundo depoimento o menor relatou ter sido obrigado pela mãe a participar do crime, se não teria o mesmo fim que a irmã.

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