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EXPORTAÇÃO

Pesquisa aponta superávit na Balança comercial de Três Lagoas

Levantamentos são relativos ao período de 2000 até abril de 2016

7 JUN 2016 - 17h:45Por Redação

A proposta do Núcleo de Pesquisas Econômicas - NPE/TL, realizada pela Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico é elencar variáveis relativas ao crescimento industrial do Município. Um dos temas que o NPE/TL trabalhou foi na geração de dados e informações relacionadas ao comércio exterior.

Para este levantamento, levaram-se em consideração os dados disponíveis no Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (2016), referente à importação e exportação realizadas pelo Município no primeiro período de 2000-2015, e, no segundo período entre Janeiro-Abril de 2016.

Nessa análise realizada pelo NPE/TL, os dados evidenciam o dinamismo do comércio exterior três-lagoense. Entre 2000-2015 houve uma significativa expansão da economia industrial voltada à exportação com destaque para 2009 com 2106% de acréscimos nas exportações. No período analisado pelo NPE/TL, Jan/abr.

Em 2015/2016 as importações operam em queda 45% e as exportações cresceram 9%. Portanto, o superávit da balança comercial de 2015 de U$ 204 milhões, foi expandido em 65% no mesmo período analisado pelo NPE em Jan/Abr 2016 atingindo a marca de U$ 313 milhões.

Três Lagoas é o Município mais dinâmico, em termos de exportação, se comparado com os outros três maiores Municípios de Mato Grosso do Sul com média superior a 60% da fatia de participação nas exportações.

Sobre temas do desenvolvimento: comércio exterior Três Lagoas exibe saldos positivos, resultantes do período econômico que o Município se encontra, com expansão de grandes unidades industriais e demais condicionantes do desenvolvimento econômico, uma situação atípica em relação a outras regiões do Brasil.

INDUSTRIALIZAÇÃO E MERCADO INTERNACIONAL

O processo de industrialização de Três Lagoas resultante de uma conjunção de fatores geoeconômicos que fortaleceram a estrutura produtiva que no início do século XXI, foi adaptada para atender a demanda do mercado internacional.

Os modais de transporte, incentivos fiscais, BNDES, recursos naturais e disponibilidade de terras como esses fatores reunidos potencializaram a produção de commodity celulose. Com esse pano de fundo, o período 2000-2015, deixa evidente essa transição da estrutura produtiva alicerçada na exportação.

 

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