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ENTREVISTA

Pros de Mato Grosso do Sul quer vaga na Câmara dos Deputados em 2019

Fabrício Venturoli diz em entrevista à rádio CBN que partido ainda não definiu com qual grupo político formará aliança

16 JUN 2018 - 07h:20Por Lucas Mamédio

O presidente estadual do Pros (Partido Republicano da Ordem Social), Fabrício Venturoli - auditor fiscal de carreira e candidato a vice-prefeito de Três Lagoas nas eleições de 2016, na chapa do ex-vereador Jorge Martinho (PSD) -, revelou  em entrevista à Rádio CBN Campo Grande 93,7 MHz, nesta semana - que partido não terá candidato a governador de Mato Grosso do Sul, nas eleições de outubro, mas que alianças "estão sendo costuradas." Não revelou, ainda, como estão as negociações com outros partidos para a "cabeça da chapa", anunciando que será candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados, quatro anos depois de concorrer ao cargo pela primeira vez e obter 10 mil votos. O partido, disse Venturoli, está organizado em todo o Estado, com possibilidade de lançamento de candidatos à Assembleia Legislativa em todas as regiões, com definições atualmente em andamento. 

JP – Diante de tantos partidos, como o presidente estadual definiria o Pros neste momento? 
Fabrício – O Pros nasceu em 2013 e sua principal luta foi contra os altos impostos, a carga tributária brasileira que é muito elevada. Mas a pauta não era só a carga tributária, mas a distribuição dela na sociedade, que é um problema maior ainda. Então somo um partido que busca a justiça na distribuição dos impostos.

JP – E o sr., como auditor-fiscal, pode descrever como o Pros vê questão socioeconômica do país? 
Fabrício – Acho que cada eleitor tem que pesquisar bem sobre os candidatos. Temos aí vários meios para que isso seja feito. No Brasil, metade do orçamento é voltado para pagamento de juros e amortizações e apenas 3% para educação, por exemplo. Já o sistema financeiro leva essa bolada. 

JP –  É possível encontrar saída?
Fabrício – Sim. O Brasil tem um dos maiores juros do mundo. Então a população está sufocada com a carga tributária. Então tem muitos desajustes e interesses que têm que ser enfrentados e essa seria uma das saídas. 

JP – O seu partido vai lançar candidato ao governo do Estado? Há definição quanto a isso?
Fabrício – Não vamos ter candidato à presidência, nem à governador e ao Senado aqui em Mato Grosso do Sul. Nós temos conversado com as lideranças dos partidos. Essa vai ser uma eleição difícil, com nomes importantes. Mas ainda estamos vendo a questão do projeto de cada um. Vamos aguardar um pouco mais.   

JP –  O sr. mesmo já foi candidato a deputado federal, não é? 
Fabrício – Fui candidato em 2014 e tive 10 mil votos, o mais votado da região Leste do Estado. Hoje vejo que é possível ampliar esta votação, com o avanço de nosso partido no Estado.

JP – E em relação à sua candidatura. É um projeto político e um projeto seu, particular?
Fabrício – Entrei na política a convite de um amigo. Mesmo já tendo uma vida estabilizada, aceitei o desafio. Acho que temos que acreditar no ser humano e dar uma chance para quem quer fazer o bem. 

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