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Rotatividade nas indústrias três-lagoenses chega a 5%

Diretor industrial das fábricas Corttex e Fatex, Marcelo Galassi, fala da carência de mão de obra em Três Lagoas

13 MAR 2013 - 08h:45Por Arthur Freire/JP

O mercado três-lagoense tem sentido a escassez da mão de obra, seja ela qualificada ou não.  O déficit atinge a quase todos os setores. Se por um lado, o trabalhador ganha com a possibilidade de conseguir maiores salários entre outros benefícios. Por outro, as indústrias encontram dificuldade em não apenas atrair o trabalhador, como mantê-lo na empresa. Na editoria “Persona” desta semana, o diretor industrial das fábricas Corttex e Fatex, Marcelo Galassi, fala da carência de mão de obra em Três Lagoas, mudança no perfil dos trabalhadores e investimentos no setor têxtil, hoje um dos mais importantes do município. Há 18 anos na empresa, Galassi iniciou em Americana (SP) para auxiliar no processo de informatização e modernização de uma confecção. Agora, também é responsável pelo setor industrial das duas unidades, em Três Lagoas, cidade em que “mora” por três dias da semana.

Confira a matéria completa na edição Nº 5.152, de 13 de março do Jornal do Povo.

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