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TRêS LAGOAS

Servidores rejeitam 3ª proposta salarial e marcam manifestação

Sindicato que representa a categoria reivindicam 6% de reajuste salarial

2 JUN 2018 - 13h:00Por Ana Cristina Santos

Em assembleia realizada nesta semana, os servidores da Prefeitura de Três Lagoas rejeitaram a terceira proposta de reajuste salarial oferecida pela administração municipal. Por unanimidade, os funcionários que participaram da assembleia não aceitaram os 3% de reajuste no salário base.

A proposta da prefeitura contempla apenas os servidores efetivos. Para os comissionados, a proposta foi de reajuste zero, além do congelamento no valor do Vale Alimentação e aumento no Vale Refeição de R$ 12,50 para R$ 13,50 para os servidores que tem direito.

O Sindicato que representa a categoria reivindicam 6% de reajuste salarial para os servidores efetivos, e aumento no Vale Alimentação de R$ 180 para R$ 210 para os servidores que recebem até R$ 1,5 mil, e de R$ 120 para R$ 150 para quem recebe acima de R$ 1,5 mil .

Na primeira proposta, a prefeitura ofereceu reajuste de 0.20% no salário base. Na segunda, aumentou para 2% e agora, 3%. Entretanto, segundo o presidente do sindicato, Antônio Carlos Modesto, a terceira proposta é pior do que a segunda, pois congelando o valor do Vale Alimentação, o ganha real se tona inferir. Na segundo proposta, haveria aumento de R$ 30 no Cartão Alimentação.

ASSEMBLEIA
O sindicato marcou para segunda-feira (4) uma manifestação  na área central da cidade contra o impasse com a prefeitura. Modesto havia solicitado da administração autorização para utilizar a praça Senador Ramez  Tebet para a realização de uma assembleia, no período da 17h30 às 20h, mas o pedido foi negado.
Em resposta ao ofício do sindicato, o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Aparecido de Moraes, informou que, não seria possível, de acordo com consulta feita na assessoria jurídica do município.

A administração municipal cita o artigo 35 da Lei 2.418/2009, que proíbe embarcar, desembarcar ou impedir por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres e veículos nas ruas , praças, passeios, estradas e demais vias e logradouros públicos, exceto efeito de obras de medida policial ou em caso de comprovada necessidade, a juízo do Poder Executivo Municipal.

O presidente do sindicato, Antônio Carlos Modesto, disse que ficou surpreso com a resposta porque a praça é local público. “Tomamos o cuidado de pedir autorização por uma questão de zelo, mas não esperávamos receber um não como resposta”, disse Modesto.

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