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SENADO

Simone Tebet pode ser a primeira mulher a presidir o Senado

Ex-prefeita de Três Lagoas, é primeira mulher a disputar presidência

16 JAN 2021 - 11h:43Por Ana Cristina Santos

A senadora Simone Tebet (MDB/MS) pode ser a primeira mulher a presidir o Senado. Nesta semana, a bancada do partido escolheu Simone para disputar a presidência do Senado, feito inédito também, já que esta é a primeira vez que uma mulher disputa o cargo.

A trajetória de Simone Tebet na política foi marcada por quebra de barreiras, e por ocupar pela primeira vez, espaços que, até então, foram comandados por homem. Simone foi eleita a primeira prefeita de Três Lagoas, sua cidade natal, também a primeira vice-governadora de Mato Grosso do Sul, e a primeira mulher a comandar a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), a mais importante da Casa.

Nesta semana conseguiu mais um feito inédito, a de ser a primeira mulher a disputar a presidência do Senado, podendo chegar ao cargo, caso vença seu principal adversário, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que tem o apoio do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A eleição está marcada para fevereiro. O desafio da senadora sul-mato-grossense, agora, é construir alianças em prol da maioria dos 81 votos em jogo.
O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, destacou a importância da candidatura de Simone Tebet para a independência do comando no Legislativo. “O interesse público deve estar acima de qualquer disputa ideológica e política na reconstrução da economia e na imunização universal e gratuita contra a Covid-19. É nesse cenário, que a bancada do MDB reafirma sua unanimidade em torno da candidatura da senadora Simone Tebet para a presidência da Casa”, destacou Braga.

O partido ainda ressaltou o compromisso do MDB com agenda fiscal, a redução das desigualdades e a pauta ambiental, entre outros. Braga ainda lembrou que ao escolher Simone como candidata o partido também valoriza a participação da mulher na política. 

A senadora Simone Tebet agradeceu o apoio dos colegas e disse que a bancada sai unida e fortalecida. “Essa caminhada é a cara do partido que nós representamos. O MDB não podia pregar a democracia se não a exercesse internamente. E foi isso que aconteceu nesses dias. Soubemos respeitar os espaços de cada um”. A parlamentar ainda defendeu a “independência harmônica a favor do Brasil”.

 

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