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PROTESTO

Trabalhadores em educação aderem à paralisação e alunos ficam sem aula

Anúncio do corte de verbas para a educação aumenta o número de instituições que participam do protesto

15 MAI 2019 - 06h:00Por Ana Cristina Santos

Trabalhadores em educação de Três Lagoas e demais municípios do Estado, aderem à paralisação nacional e cruzam os braços nesta quarta-feira (15) contra reforma da Previdência e o corte de verbas para o setor educacional.

Em razão da paralisação não haverá aula na maioria das escolas municipais, estaduais e centros de educação infantil.

A Secretaria Municipal de Educação de Três Lagoas orienta aos pais a irem ou ligarem na unidade em que o filho estuda para verificar se haverá aula ou não.  Segundo a secretaria, as escolas têm autonomia para aderir ou não a paralisação.

As que aderirem ao movimento, porém, deverão encaminhar à secretaria o dia em que farão a reposição para cumprimento legal do calendário escolar.

Segundo a secretaria, as escolas municipais General Nelson Custódio, Flausina de Assunção Marinho e Antônio Camargo Garcia, além do centro de educação infantil do Interlagos, informaram que hoje haverá aula normal.

Um grupo de trabalhadores da educação de Três Lagoas vai participar de uma manifestação que ocorrerá em Campo Grande.

O anúncio do corte de verbas para a educação aumentou o número de pessoas e instituições que devem participar da paralisação, inicialmente marcada para protestar contra a reforma.

Em Mato Grosso do Sul, a pauta inclui ainda a defesa do piso de 20 horas dos professores, a manutenção do abono e o fim do congelamento de salários dos administrativos da educação.

Em Três Lagoas haverá protesto em frente ao campus 2 da Universidade Federal (UFMS), e depois uma passeata na área central da cidade.

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