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SALDO POSITIVO

Três Lagoas é a segunda no Estado na geração de empregos

Cidade fecha pelo segundo mês seguido com saldo positivo na geração de empregos formais , mostram novos dados do Caged

25 MAR 2016 - 09h:18Por Ana Cristina Santos

O município de Três Lagoas fechou fevereiro com 1.570admissões e 1.450demissões- saldo positivo de 120 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quinta-feira (22).

Três Lagoas ocupa a 2ª posição na geração de empregos formais, no ranking do Caged, das cidades com mais de 30 mil habitantes. Em primeiro lugar na geração de postos de trabalhoaparece Dourados.  Em terceiro está Sidrolândia, depois Maracaju e campo Grande.

Em janeiro deste ano, Três Lagoas já havia fechadocomsaldo positivo. O município registrou 1.404 admissões e 1.084 demissões no primeiro mês do ano. A construção civil foi o setor que mais empregou em janeiro. Já o comércio foi o que mais demitiu em janeiro.

Três Lagoas encerrou o ano de 2015 com saldo negativo na geração de empregos. No entanto, começou 2016 com saldo positivo, isso devido a expansão das fábricas de celulose, que tem demandando novas contratações. A tendência é de que, com o passar dos meses, o número de postos de trabalho aumente.

Em Mato Grosso do Sul, segundo os dados do Caged, em fevereiro de 2016, foram gerados 1.124 empregos com carteira assinada. Ossetores de atividade econômica que mais contribuíram para este resultado foram a Agropecuária (+664postos), a Construção Civil (+568 postos), cujos saldos superaram a redução do emprego no setor daIndústria de transformação (-244 postos) e Comércio (-188 postos).

Mato Grosso do Sul foi o quinto Estado com saldo positivo na geração de empregos em fevereiro deste ano. Em todo o país, em fevereiro de 2016, foram eliminados 104.582 empregos, equivalente à redução de 0,26% no estoque de assalariados com carteira formais no mês anterior. Os setores que mais contribuíram para esse desempenho foram o Comércio(-55.520 postos), Indústria de Transformação (-26.187 postos) e a Construção Civil (-17.152postos) cujos saldos superaram a expansão do emprego no setor da Administração Publica(+ 8.583 postos).
 

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