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Três Lagoas não sofrerá com o fim da guerra fiscal

Opção para indústria será crédito dos fundos constitucionais, diz analista

20 MAR 2013 - 10h:02Por Arthur Freire/JP

Indústrias bem organizadas e bons projetos, mesmo sem capital e incentivos fiscais, têm futuro garantido, diz o economista Hudson Garcia, 35 anos, diretor de Negócios da Agricom Consultoria, empresa especializada em finanças corporativas. Segundo ele, o fim dos incentivos fiscais tem os dias contados, mas o futuro das médias indústrias da transformação e manufaturados pode ser garantido pelas linhas de crédito subsidiadas, que têm juros de apenas 3,5% ao ano. “O governo paga para emprestar dinheiro e revigorar a economia. Os juros do Finame e FCO caíram de 10% para 3,5%”, diz o analista da Agricom, que tem sede em Campo Grande. Ele dá consultoria sobre tributação, atividades rurais e empresariais e mercado financeiro. Hudson Garcia, em entrevista ao Jornal do Povo, acredita que a guerra fiscal terá impactos em alguns setores da indústria, mas lembra que no caso de Três Lagoas eles serão menores em razão da solidez do conglomerado de celulose e indústria da transformação. Para o analista, sem incentivos fiscais, que “fazem a diferença” mas “não são determinantes”, os empresários podem recorrer a outros mecanismos atrativos. Um deles é o crédito oficial, por meio dos fundos constitucionais. Ele ressalva, no entanto, que os bancos só dão dinheiro para empresas bem organizadas e bons projetos. “Não se financiam mais sonhos”, observa.

Confira a matéria completa na edição Nº 5 157, de 20 de março, do Jornal do Povo.

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