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Três Lagoas registra seis casos de chikungunya e quase 300 de dengue

Secretaria de Saúde adota medidas para redução dos casos dessas doenças

20 NOV 2018 - 13h:00Por Ana Cristina Santos

Seis casos positivos de Chikungunya foram registrados em Três Lagoas neste ano. Os casos foram registrados nos bairros Jardim Violetas, Jardim das Acácias, Jardim Novo Ipanema, Vila Piloto, Residencial Montanini e Interlagos.

Em 2016, foram notificados 13 casos suspeitos de Chikungunya e apenas um confirmado. Em 2017, foram notificados 17 casos suspeitos e todos negativos da doença.

No acumulado deste ano, o município registrou quase 300 casos de dengue confirmados. De janeiro até agora, Três Lagoas registrou 1.201 casos notificados suspeitos de dengue. Desse total, 298 já foram confirmados como positivos. 

Em razão desses casos, o Setor de Endemias e Controle de Vetores do Departamento de Vigilância em Saúde e Saneamento, está adotando uma série de medidas de enfrentamento ao Aedes aegypti, transmissor da chikungunya e dengue.

Na relação dos cinco bairros com maior índice de casos suspeitos de dengue estão: Interlagos (102), Vila Nova (56), Santos Dumont (55), Jardim Alvorada (52) e Santa Rita (49).

E de casos confirmados: Interlagos (55), Vila Nova (16), Santos Dumont (13), Santa Rita (12), Santa Terezinha (10) e Jardim Alvorada (09).

 BLOQUEIO QUÍMICO

O Setor de Endemias e Controle de Vetores decidiu pelo bloqueio químico de enfrentamento à dengue e à chikungunya, com o objetivo de quebrar a cadeia de proliferação do mosquito, vetor dessas doenças, nessas localidades mais afetadas.

“O bloqueio químico tem a finalidade de eliminar o mosquito adulto, no caso a fêmea do Aedes aegypti, quebrando assim o ciclo de produção”, explicou Waldir José de Souza, coordenador de Setor de Promoção da Saúde.

As ações de bloqueio químico, por meio de borrifação, usando as bombas UBV pesado, o popularmente conhecido “fumacê”, estão retornando ao bairro Interlagos, já a partir desta quarta-feira.  “A aplicação do inseticida, que não possui efeitos residuais, mas apenas momentâneos, eliminando os mosquitos adultos, deverá ser feita, como de costume, em quatro ciclos consecutivos, nos mesmos horários e locais, para que seja realmente eficaz”, observou.

Além do bloqueio químico, a equipe de agentes de endemias intensifica as ações de busca ativa de localização e eliminação de criadouros e também de orientações às famílias para que mantenham limpos seus quintais e o interior de suas residências.

 

 

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