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APLICATIVOS OU AGêNCIAS?

Três-lagoenses ainda preferem transações na ‘boca do caixa’

País tem crescimento de 70% nas transações por aplicativos, mas clientes de Três Lagoas ainda não migraram das agências

8 MAI 2018 - 14h:56Por Sergio Colacino

Uma pesquisa da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) apontou um crescimento de 70% nas transações financeiras por aplicativos de celular no ano passado, impulsionado pelo pagamento de contas (85%), transferências/DOC/TED (45%), contratação de crédito (141%) e investimentos/aplicações (42%). Mesmo assim, os clientes de Três Lagoas ainda se dividem. Parte ainda desconfia da tecnologia e não troca a agência bancária pelo Internet Banking.

É o caso do construtor Dirceu de Souza, que apesar de considerar trabalhoso ir ao banco hoje, prefere fazer as transações pessoalmente. “A malandragem hoje está demais. Presencialmente é mais confiável”, afirma. Outro cliente, Antônio Carlos Monteiro, concorda. “Sempre pago pelo banco, no caixa acho mais confiável. Ainda fico desconfiado com a internet, no banco é mais seguro”, diz.

Segundo a pesquisa da Febraban, foram realizadas 25,6 bilhões de transações por mobile no último ano, uma alta de 38% em relação a 2016. A modalidade equivale a 35% do total de 71,8 bilhões de operações bancárias no ano passado.

A participação do celular no total das transações bancárias cresceu 3,5 vezes em relação a 2011, confirmando como a opção preferida para realizar operações bancárias. O internet banking, pelo computador, não apresentou o mesmo crescimento significativo das operações por celular. Foram realizadas 15,8 bilhões de transações (2%) por esse meio. O número de transações com movimentação financeira aumentou 6%, de 3,4 bilhões de operações em 2016 para 3,6 bilhões em 2017.

Juntos, mobile e internet banking contabilizam 5,3 bilhões de operações com movimentação financeira em 2017. No geral, os dois canais representam 58% de participação no total das operações (com ou sem movimentação financeira).

“Faço [transações] pela internet pela facilidade, economiza tempo. Mas tem coisas que só na agência mesmo para resolver”, opina o professor José Antônio. “Faço tudo pelo celular. Transferências, pagamentos”, diz o cuidador Francijânio Vitoriano.  (Com informações da Agência Brasil)

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